Boa tarde,
Em poucas horas deverá ser possível acessar o Número Dois da RBDR (primavera/2013). A seguir estão listados os artigos e resenhas que o integram.
Artigos
-(Sub)desenvolvimento, (des)igualdade e o papel do Estado
Margot Riemann Costa e Silva
-A importância de Leo Waibel para a geografia brasileira e o início das relações científicas entre o Brasil e a Alemanha no campo da geografia
Gerd Kohlhepp
-Institucionalidad regional en la Argentina reciente: el dilema de la política pública de desarrollo regional
Martín Seval; José Ignacio Vigil; Víctor Ramiro Fernández
-A política de desenvolvimento territorial rural no Brasil e a banalização do conceito de território
Agripino Souza Coelho Neto
-Predominancia del discurso de distribución de competencias en la legislación orgánica de ordenamiento territorial de Colombia: una aproximación al enfoque administrativo imperante
María Luisa Monroy Merchán
-Estratégias comunicativas para efetividade e sustentabilidade
Joel Souto-Maior
-Emprego formal na Bahia na primeira década do século XXI: caminhou-se na direção do trabalho decente?
Laumar Neves Souza
-Tecnologia social e desenvolvimento local: reflexões a partir da análise do Programa Um Milhão de Cisternas
Rafael de Brito Dias
-Emancipação municipal e desenvolvimento local: o caso de Itapiranga
Paulo Ricardo Bavaresco; Douglaa Orestes Franzen; Tiones Edial Franzen
-A (re)construção do espaço urbano de Aparecida de Goiânia
Deusa Maria Rodrigues Boaventura; Lorena Sulino Assunção
Resenhas
-Desenvolvimentos no estudo do urbano e do regional em países de língua portuguesa
José Alberto Rio Fernandes
-Uma viagem pelo tempo e pelo espaço capixaba
Beatriz Tamaso Mioto
A ocasião é propícia, também, para informar que se aceitam submissões para o Número Um do segundo volume da RBDR, a ser publicado no próximo outono, até 31 de março de 2014. As normas podem ser acessadas em Sobre / Submissões / Diretrizes para Autores no sítio www.furb.br/rbdr.
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O PPGDR - Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Regional da FURB apresenta o seu Observatório do Desenvolvimento Regional da região de Blumenau. Este Programa de Extensão da Universidade Regional de Blumenau congrega vários projetos voltados à aprofundar e disseminar o conhecimento da realidade regional, local, nacional e globalmente contextualizada, socializando a produção científica do PPGDR e conhecimentos relevantes sobre Desenvolvimento Regional.
quinta-feira, 23 de janeiro de 2014
Revista Brasileira de Desenvolvimento Regional - Conheça os artigos do No. 2
terça-feira, 24 de dezembro de 2013
Núcleo de Políticas Públicas: Curso de Escrita Científica - USP - Financiamento ...
Núcleo de Políticas Públicas: Curso de Escrita Científica - USP - Financiamento ...: USP lança curso de extensão online que ensina a escrever artigos científicos. Preparando um belo 2014.
quinta-feira, 19 de dezembro de 2013
Desenvolvimento Regional se destaca no encerramento do Proesde
QUARTA-FEIRA, 18 DE DEZEMBRO DE 2013
Edição e redação: jornalista Michel Imme Sabbagh.
Desenvolvimento Regional se destaca no encerramento do Proesde
Encerrada a segunda turma do Proesde FURB (Programa de Educação Superior para o Desenvolvimento Regional), um dos quatro pilares do projeto de extensão "Observatório do Desenvolvimento Regional".
Os trabalhos finais foram apresentados em bancas, no último final de semana, formadas por mestrandos e doutorandos em Desenvolvimento Regional, professores da FURB e representantes das Secretarias de Desenvolvimento Regional (SDRs).
Foram escolhidos quatro trabalhos e apresentados, ontem, no evento estadual de encerramento do PROESDE 2013, na Unisul, em Palhoça.
No próximo ano este evento ocorrerá em Blumenau, uma vez que a FURB abriga o PPGDR (Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Regional - nota 5 da CAPES MEC) e uma experiência emblemática de formação, considerada uma das que mais se destacam no estado de Santa Catarina.
Em Palhoça foram apresentados os seguintes trabalhos:
- Reaproveitamento de Resíduos Sólidos Têxteis com o Cooperativismo
Acadêmico: Lucas Stolf.
Orientadora: Jackeline Gomes.
Orientadora: Jackeline Gomes.
- O Roteiro das Cervejarias Artesanais de Blumenau e Região como Estratégia para o Fortalecimento do Turismo Local.
Acadêmicos: Albino Marcos de Andrade Júnior, Desirée Hoppe e Hermano Roepke.
Orientador: Valdinho Pellin.
Orientador: Valdinho Pellin.
- Arte Urbana e Identidade: Uma reflexão sobre Grafite vs. Pichações em Blumenau.
Acadêmicos: Alysson Almeida, Julieta Silva, Paulo de Mello, Mariana Encina e Vanessa Bólla.
Orientadora: Jackeline G. Oliveira.
Orientadora: Jackeline G. Oliveira.
- Conselho Tutelar em Debate Regional.
Acadêmicos: Neusa do Carmo, Rozzy de Carvalho, Tarline Aguiar e Thiago Burkhart.
Orientador: Roberto Saut
A palestra de encerramento, em Palhoça, foi proferida pelo professor da FURB Ivo Marcos Theis (foto acima), destacado pesquisador na área de Desenvolvimento Regional e Coordenador Adjunto da Área de Planejamento Urbano e Regional/Demografia, que congrega os programas atuantes nesta temática junto à CAPES MEC.
Acompanharam Theis, o professor Oklinger Mantovaneli Júnior (coordenador do PPGDR e do Observatório de Desenvolvimento Regional), estudantes premiados e os coordenadores do PROESDE.
Segundo Oklinger, é importante destacar o papel estratégico da Divisão de Extensão e do Escritório de Projetos da FURB no apoio ao PROESDE FURB e o dedicado trabalho de sua coordenação, pelos professores/doutorandos em Desenvolvimento Regional, professores Luciano Marcelo França e Leonardo Furtado.
Fotos de atividades na FURB - (CLIQUE SOBRE AS IMAGENS).
Abaixo, por ordem, imagens da primeira uma reunião de trabalho com os representantes das SDRs; reunião de trabalho entre os professores, coordenação e Divisão de Extensão; e saídas de campo em atividade tutorial no projeto de Patrimonialização do Queijo Kochkaese, com a professora Marilda Checcucci (última foto).

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
BLOG DA FURB: Desenvolvimento Regional conquista nota 5 da CAPES...
BLOG DA FURB: Desenvolvimento Regional conquista nota 5 da CAPES...: A CAPES MEC ofi cializou, ontem, o resultado da Avaliação Trienal dos Programas Stricto Sensu (Mestrados e Doutorados). A FURB agora é de...
sexta-feira, 22 de novembro de 2013
terça-feira, 22 de outubro de 2013
Desenvolvimento regional: a diversidade regional como potencialidade
por: Virginia Elisabeta Etges, José Odim Degrandi
Resumo
Ao longo da segunda metade do século XX o debate sobre desenvolvimento regional no Brasil recebeu atenção especial, principalmente, entre economistas e geógrafos. Dois enfoques principais se destacam no debate: um, que entende a promoção do desenvolvimento regional a partir da redução/eliminação das desigualdades regionais; outro, que propõe a compreensão da diversidade regional como potencialidade para o desenvolvimento de regiões. O primeiro foi e continua sendo hegemônico, evidenciado tanto em trabalhos científicos quanto em documentos norteadores das políticas públicas na área. Já o segundo evidencia-se mais claramente a partir da década de 1990, período em que o conceito de região é retomado sob um novo enfoque. Neste trabalho pretende-se explicitar o significado de cada uma dessas concepções, no intuito de contribuir para a qualificação da discussão sobre desenvolvimento regional.
Palavras-chave | Desenvolvimento regional; diversidade regional; potencialidades; região. Para ler o artigo completo CLIQUE AQUI.
quarta-feira, 9 de outubro de 2013
Souto-Maior defende diálogo para planejamento cooperativo
A platéia aplaudiu com vigor, ontem à noite, a palestra do professor Dr. em Planejamento, Joel Souto-Maior, na aula magna do Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Regional (leia currículo na página da FURB).
Apresentado na mesa pelos professores Oklinger Mantovaneli Júnior (coordenador do PPGDR) e Carlos Alberto Cioce Sampaio (orientado por ele no mestrado e no doutorado), Souto-Maior falou durante 40 minutos e respondeu por 20. Mesmo porque sua abordagem provoca polêmicas, especialmente considerando ambientes competitivos, em que pese já ter sido utilizada, com variados graus de sucesso, em 286 organizações públicas e privadas.
Ao cumprimentar o palestrante, o reitor João Natel reafirmou o compromisso com o fortalecimento dostricto sensu para a geração de novos conhecimentos e o compromisso com o desenvolvimento sustentável. E anunciou que está em estudos ampliar possibilidades de acesso aostricto sensu da FURB (em especial no doutorado), "numa condição muito próxima da gratuidade".
Na mesa de autoridades: Oklinger Mantovaneli Jr., Carlos Sampaio, Clóvis Reis, João Natel e Joel Souto-Maior (esq.p/dir.).
Na mesa de autoridades: Oklinger Mantovaneli Jr., Carlos Sampaio, Clóvis Reis, João Natel e Joel Souto-Maior (esq.p/dir.).
As ideias de Souto-Maior estão no seu livro de 533 páginas, recém-lançado, trazendo 20 anos de vivência com esta abordagem, no Brasil e no exterior, em prol do "esforço de um planejamento cooperativo para que todos ganhem".
O foco da obra é uma abordagem metodológica de planejamento, gestão e avaliação do que o autor chama de "planeação", um termo do século 19. "Resgatei com o propósito de indicar que a abordagem está voltada em particular para ação, não só à ação estratégica, mas também para a ação comunicativa", afirma.
A PEC procura ajudar organizações a definirem o que é prioritário para elas mesmas e a se tornarem efetivas e sustentáveis. "Uma organização efetiva é aquela capaz de identificar seus exigentes (stakeholders) e atender seus legítimos interesses". A tese remete à adoção da "racionalidade comunicativa em substituição à racionalidade instrumental competitiva". Ao beber em intelectuais como Jürgen Habermas (Teoria da Ação Comunicativa) e Henry Mintzberg, Souto-Maior explica que não basta adotar práticas de planejamento e gestão participativas:
_ "É necessário que a participação seja qualificada segundo os pressupostos da racionalidade comunicativa (...). As estratégias, ações e decisões organizacionais devem ser transparentes; não devem resultar de coações e que, a todos concernidos, seja dada a oportunidade de participar em condições de igualdade (...). A abordagem deve facilitar que sejam levados em consideração não só os interesses da organização, mas todos os interesses legítimos em jogo e que a organização aceite sua responsabilidades social, procurando incorporar esses interesses nas suas ações, pois só assim será efetiva e adquire credibilidade moral e legitimidade, e, consequentemente, tornando-se sustentável".
Nesta concepção, qualquer organização, segundo Souto-Maior, passa de fato a integrar a sociedade civil "ao adotar o diálogo como principal mecanismo de coordenação do agir e da resolução de conflitos, porque em essência a sociedade civil é justamente o espaço onde os interesses individuais são acomodados em função dos interesses dos outros".
A PEC encoraja a utilização de procedimentos que "representam recursos morais, para facilitar os acordos, e os compromissos para o estabelecimento do equilíbrio de interesses".
Aos críticos da aplicabilidade da abordagem, no sentido de que é utópica, Souto-Maior rebate a crença "bastante generalizada e infundada" de que o ser humano e as organizações são irremediavelmente egoístas. "A aceitação da PEC revela que objeções ao diálogo como mecanismo do agir organizacional são mais ideológicas do que reais".
E completa: "As experiências com a PEC têm demonstrado que quando os participantes se engajam em um diálogo visando a construção de estratégias são capazes de por de lado ou se desligarem de interesses puramente egoístas e paroquiais e buscarem um acordo que satisfaça a todos, ou na pior da hipóteses, a maioria".
FONTE & TEXTO:
quinta-feira, 26 de setembro de 2013
Recursos naturais e produção de commodities: geoeconomia e políticas regionais de cooperação em segurança alimentar na América do Sul
Por: Claudete de Castro Silva Vitte
RESUMO:
O principal objetivo deste trabalho é contribuir nos debates sobre as abordagens transescalares, entendidas estas como um instrumento interpretativo dos processos de desenvolvimento do capitalismo em sua dimensão territorial, considerando a escala do regionalismo supranacional e transnacional, a partir da geopolítica e da geoeconomia dos recursos naturais. Os recursos são os que envolvem a produção agrícola, terras e água. A segurança alimentar é considerada como estratégica em contexto de aumento de demanda e relativo limite de produção. A tese que aqui se defende é que, no que se refere à segurança alimentar e aos recursos fundamentais para a sua garantia, terra e água para a produção de alimentos em quantidade e com qualidade, observa-se na América do Sul um movimento bastante preliminar de incorporação do tema na agenda política. Ou seja: a temática vem ganhando relevância em políticas nacionais e no cenário regional na medida em que se dá um incremento no debate em congressos e seminários, e um aumento em discussões específicas no âmbito de organizações regionais como o MERCOSUL e a UNASUL, em organizações hemisféricas como a OEA, e em organizações multilaterais como a FAO.
Palavras-chave | América do Sul; geoeconomia; geopolítica; produção de commodities; recursos naturais; segurança alimentar. Para ler o artigo completo CLIQUE AQUI
segunda-feira, 16 de setembro de 2013
terça-feira, 10 de setembro de 2013
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
Diretor de Avaliação da Capes explica detalhes da preparação da Avaliação Trienal 2013
Entre os dias 30 de setembro a 25 de outubro, a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) realizará a avaliação dos cursos de pós-graduação stricto sensu brasileiros, referente aos anos 2010, 2011 e 2012.
Criada em 1976, a Avaliação Trienal cumpre o papel de analisar profundamente o panorama dos programas de pós-graduação no Brasil e assim atestar a qualidade dos cursos e acompanhar a qualificação dos mesmos.
A partir da avaliação obtêm-se elementos e indicadores que permitem induzir e fomentar ações governamentais de apoio à pós-graduação brasileira. Como resultado, é possível impulsionar o avanço científico e tecnológico e desenvolver o país, com ações de promoção de programas específicos para diminuir as assimetrias entre regiões do Brasil ou intra e inter áreas do conhecimento.
Como parte dos preparativos para a Avaliação Trienal 2013, a Capes promoveu nas últimas semanas de agosto, Seminários de Preparação para o evento. Os coordenadores das 48 áreas de avaliação estiveram reunidos com parte da comissão que realizará a avaliação.
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| Para o diretor de Avaliação, o crescimento do SNPG é uma das novidades da Avaliação Trienal 2013 (Foto: Guilherme Feijó - CCS/Capes) |
O Diretor de Avaliação da Capes, Livio Amaral, explica na entrevista a seguir alguns detalhes da Avaliação Trienal 2013. Confira:
1 - Em que consistiram os seminários de preparação da Avaliação Trienal?
A Avaliação Trienal constitui-se de uma série de ações e procedimentos que se iniciaram em fevereiro deste ano e terá o momento maior em outubro, quando em reuniões presencias com mais de 1.200 consultores, serão estabelecidas as notas dos 3.700 programas de pós-graduação (PPGs). Esta etapa, como diz o nome do seminário, serviu para preparação de um grupo em cada uma das 48 áreas de avaliação, para conhecer e se apropriar dos dados, aplicativos, procedimentos, ficha de avaliação, bem como de aspectos operacionais-logísticos visando o trabalho de outubro.
2 - Qual a dimensão e importância do encontro?
A avaliação trienal é a mais antiga, contínua e periódica das atividades da Capes. A importância se constitui na dimensão atual do Sistema Nacional de Pós-Graduação (SNPG), no caráter nacional, ou ainda por se realizar de um modo sistemático e semelhante em todas as áreas de conhecimento, em um só e mesmo momento.
3 - A Avaliação Trienal 2013 trará novidades com relação aos anos anteriores?
Em aspectos conceituais e de fundamento não teremos mudanças. A novidade é que o SNPG estará aproximadamente 25% maior com relação à avaliação 2010, com tudo que disto decorre enquanto trabalho e logística.
4 - A partir dos seminários de preparação o processo de Avaliação poderá sofrer alterações?
Enquanto procedimentos operacionais e logísticos, eventualmente podem ocorrer mudanças. Quanto ao conteúdo e forma da avaliação, não. Os dados estão coletados e processados e cada área, por meio dos denominados "documentos de áreas", definiu como fará a avaliação.
5 - O que esperar da Avaliação Trienal 2013?
Que ela seja realizada de forma tranquila, com rigor e transparência. E que o resultado seja robusto e consistente.
(Pedro Matos)
PARA MATÉRIA COMPLETA E MAIS INFORMAÇÕES CLIQUE AQUI.
Fonte: CAPES
quarta-feira, 28 de agosto de 2013
Nós Podemos CAIC promove ação com 173 voluntários
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| FOTO: Divulgação/ JCI Blumenau Garcia |
O Movimento Nós Podemos Blumenau, por meio do Nós Podemos CAIC, promoveu mais uma ação no último sábado, dia 17 de agosto, no Centro de Atenção Integral a Criança e ao Adolescente (CAIC) e na Escola Básica Municipal Conselheiro Mafra, no Bairro Velha.
O evento contou com a participação de 173 voluntários em atividades como bazar de roupas, oficina de ikebana, palestra sobre saúde infantil, pintura da sala de multimídia, refeitório e jogos recreativos no pátio, orientação sobreautoexame de mamas, verificação da pressão arterial, índice de massa corporal (IMC) e circunferência abdominal, orientações sobre atividades físicas, alimentação saudável, doação de sangue e higiene bucal.
Também foi ofertado um espaço educativo para a comunidade e pintura facial para crianças.
A ação, planejada desde o início do ano, reuniu mais de 400 pessoas, tendo como articuladores as entidades Unimed Blumenau, Fundação Fritz Müller (FFM), SESI, Baumgarten, Secretaria Municipal de Desenvolvimento (SEMUDES), Secretaria Municipal de Educação (SEMED), JCI Blumenau Garcia, Hospital Santo Antônio, Dudalina, Bio Teia, Instituto Caeté-Açu, Redefinir Logística Reversa, Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC) – Campus Gaspar, Núcleo de Responsabilidade Social da Acib, Orcali, Clube Soroptimist Blumenau, Facilitação Treinamentos, Hering, Escola Pública de Trânsito e Fundação Municipal do Meio Ambiente (FAEMA).
Todas as atividades tiveram como objetivo contribuir para o alcance dos oito Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), que são:
- Acabar com a fome e a miséria;
- Educação básica de qualidade para todos;
- Igualdade entre sexos e valorização da mulher;
- Reduzir a mortalidade infantil;
- Melhorar a saúde das gestantes;
- Combater a aids, a malária e outras doenças;
- Qualidade de vida e respeito ao meio ambiente;
- Todo mundo trabalhando pelo desenvolvimento.
Mais informações podem ser obtidas com o setor de Responsabilidade Social da Unimed Blumenau pelo telefone (47) 3331-8549, pelo e-mail nospodemosblumenau@gmail.com ou no blog nospodemosblumenau.blogspot.com.br.
Material produzido pelo JCI Blumenau Garcia (Andréia Schmitt)
Site com matéria completa: Jornal de Blumenau
terça-feira, 27 de agosto de 2013
Avaliação Qualis Livros e Eventos
terça-feira, 20 de agosto de 2013
Capitalismo contemporâneo, desigualdades sociais e a crise de 2008
Por: Leonardo de Araújo e Mota
Resumo
O capitalismo é um sistema econômico inerentemente contraditório e instável, com variações que se processam no tempo e no espaço. Após a derrocada do socialismo real, o capital assumiu uma missão civilizatória cada vez mais ampla, distribuindo suas benesses e contradições em nível global. Neste artigo se pretende expor as mudanças no capitalismo contemporâneo a partir do fordismo até a crise de 2008, relacionando-as com as desigualdades econômicas e sociais. A recente crise – que teve origem no setor imobiliário (subprime) dos Estados Unidos e contagiou o mercado financeiro mundial, lançando o mundo em mais uma onda de recessão – parece apontar para um cenário pessimista no futuro. No entanto, alguns mecanismos presentes nas democracias modernas propiciaram, a um variado conjunto de movimentos, a contestação da atual ordem econômica e social em escala global – sugerindo a possibilidade de cenários alternativos.
Palavras-chave | Capitalismo; crise; democracia; desigualdades sociais. Para ler o artigo completo CLIQUE AQUI
segunda-feira, 12 de agosto de 2013
ONU reúne centenas de jovens de todo mundo em prol dos Objetivos do Milênio
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| FOTO: ONU/Evan Schneider |
Centenas de jovens de todo o mundo se reuniram na quarta-feira (7) na sede das Nações Unidas em Nova York, Estados Unidos, para buscar formas de fortalecer a liderança da juventude e acelerar o cumprimento das metas de combate à pobreza, conhecidas como os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM).
A 12ª Assembleia Internacional da Juventude, cujo tema é “No Caminho para as Ações: para além dos ODM, pós-2015″, fornece uma oportunidade para a juventude se engajar na realização das oito metas que expiram em 2015, e discutir ações além do prazo dos ODM. (Fonte: ONU Brasil )
PARA ACESSAR A MATÉRIA COMPLETA CLIQUE AQUI.
terça-feira, 6 de agosto de 2013
INFORMATIVO MENSAL OBSERVATÓRIO - AGOSTO 2013
Para visualizar em tela cheia clique no canto inferior direito (view fullscreen)
quinta-feira, 1 de agosto de 2013
As 50 melhores cidades do Brasil para se viver, segundo ONU.
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26ª Blumenau (SC) – IDHM 0,806 |
Pela 3º vez, São Caetano do Sul (SP) aparece como a líder no seleto grupo de cidades brasileiras com nível de desenvolvimento muito alto, segundo o IDH da ONU dos municípios do país. Florianópolis ficou com o 3º lugar. Para acessar a matéria completa CLIQUE AQUI.
Fonte: EXAME
segunda-feira, 29 de julho de 2013
Artigo da RBDR: Apontamentos sobre as bases empíricas do desenvolvimento
por: Dieter Rugard Siedenberg
Resumo
Neste artigo se procura compreender as bases empíricas sobre as quais se fundamentam as teorias do crescimento e do desenvolvimento socioeconômico. Parte-se do pressuposto de que a concepção contemporânea de desenvolvimento, no contexto das ciências sociais (especialmente, das aplicadas), tem raízes que se alimentaram de, pelo menos, três importantes fontes: as contribuições filosóficas da Grécia Antiga, as práticas políticas vigentes na República e no Império Romano e, por fim, as influências exercidas pela Igreja sobre o modo de produção vigente na sociedade medieval. De forma que a proposta deste artigo é abordar, sucintamente, um conjunto de aspectos considerados significativos que, herdados de cada um desses diferentes contextos históricos, contribuíram para a constituição da concepção de desenvolvimento atualmente vigente. O artigo resulta de apontamentos de leituras e percepções decorrentes de tais leituras, tendo em vista a recuperação de um passado remoto que, de um modo geral, influenciou a história recente da humanidade e, de maneira especial, as teorias econômicas que informam a concepção de desenvolvimento hoje dominante.
Palavras-chave | Ciências sociais; crescimento econômico; desenvolvimento; história.Para ler o artigo completo CLIQUE AQUI.
terça-feira, 23 de julho de 2013
EVENTO DE DEZ ANOS DO CONSELHO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL
O Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES) do governo federal comemorou no dia 17 de julho seus dez anos de existência com o Seminário Internacional Sobre Desenvolvimento – coordenado pelo Ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE), presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), secretário-executivo do CDES, fundador do Centro de Políticas Sociais da FGV (CPS) e professor da FGV/EPGE – Escola Brasileira de Economia e Finanças, Marcelo Neri.
Além dos membros do chamado "Conselhão", estiveram presentes na sessão especial a presidenta Dilma Rousseff, o vice-presidente Michel Temer, ministros, o Embaixador Roberto Azevêdo (presidente da Organização Mundial do Comércio - OMC), o Embaixador Eduardo dos Santos, Ministro das Relações Exteriores em exercício, além de representantes de países da América Latina e Caribe, de organismos multilaterais e de organizações parceiras. Mais informações e matéria completa FGV Notícias.
TEXTO & FOTO: FGV Notícias
quinta-feira, 18 de julho de 2013
Governo federal lança Observatório Participativo da Juventude
O governo federal, por meio da Secretaria Nacional de Juventude (SNJ), da Secretaria-Geral da Presidência da República, lançou nesta quarta-feira (17/7), às 10h30, em Brasília, o Participatório -Observatório Participativo da Juventude.
Trata-se de um ambiente virtual e interativo, que se propõe estimular a participação, por meio de debates e mobilizações, além de produzir conhecimentos e divulgar conteúdos relacionados às políticas juvenis. A cerimônia de lançamento do Participatório foi realizada a partir das 10h30, no Auditório do Anexo I do Palácio do Planalto, com a presença do ministro Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral) e da secretária nacional de Juventude, Severine Macedo. Acesse a matéria completa em: Secretaria Nacional de Juventude.
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