segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Cai índice de inadimplência no Vale do Itajaí em julho


O Vale do Itajaí todo se destaca com queda no Índice de Inadimplência no mês de julho, principalmente em Blumenau e em Botuverá, com quedas expressivas de 7,11% e 7,09% respectivamente. Já nas outras cinco cidades da região as quedas foram menores, girando em torno de 2,00%, em média (veja imagem 1 no rodapé do texto).

Os dados foram divulgados hoje (dia 06/09) pelo projeto de extensão “Cidadania Financeira no Vale do Itajaí”, do Departamento de Economia da FURB, que realiza mensalmente, em 2017, o cálculo do Índice de Inadimplência e da Cesta Básica (agora desvinculada do IVGP) dos municípios de Blumenau, Botuverá, Brusque, Gaspar, Indaial, Pomerode e Timbó.

Cesta básica em agosto

Com relação à Cesta Básica no Vale do Itajaí no mês de agosto, o levantamento destaca a cidade de Timbó, que apresenta queda no preço em relação ao mês passado e menor preço de cesta dos produtos pesquisados (R$ 316,10). Já o destaque negativo é dado para Brusque, que além de apresentar aumento na sua cesta, é o município com o maior custo, R$ 339,59 (veja a imagem 2).

Também pode ser verificada a variação de preço de cada produto em cada um dos municípios pesquisados (imagem 3).

Acesse o resumo da pesquisa e o relatório completo para uma análise mais aprofundada da inadimplência e da cesta básica no Vale do Itajaí.

O projeto é coordenado pelo professor da FURB Jamis Antonio Piazza.

Mais informações: (47) 3321-0481 / cidadaniafinanceira@gmail.com





 Fonte: http://www.furb.br

Alunos de Economia vencem gincana nacional


Os estudantes Johny Willian Monteiro e Franklin Carlos Zummach, do curso de Ciências Econômicas da Universidade Regional de Blumenau, foram os grandes vencedores da VII Gincana Nacional de Economia.

A competição, coordenada pela conselheira federal Denise Kassama, teve início no mês de fevereiro, com etapas locais realizadas pelos Conselhos Regionais de Economia.
Os vencedores participaram da etapa nacional durante o XXII Congresso Brasileiro de Economia, realizado de 6 a 8 de setembro em Belo Horizonte. A premiação dos estudantes ocorreu na cerimônia de encerramento do evento.

Johny e Franklin receberam o troféu e medalhas do presidente do Conselho Regional de Economia de Santa Catarina (Corecon-SC), Paulo Polli Lobo. Cada um deles recebeu R$ 1.800 e também foram premiados com uma viagem a Brasília para visitarem a sede do Cofecon.

Os segundo colocados são Felipe Silva Rodrigues e Helaine Cristina de Sousa Nascimento, alunos da Universidade Federal do Piauí. Os estudantes também receberam troféu, medalhas e R$ 1.200 cada. A entrega foi feita pela presidente do Conselho Regional de Economia do Piauí (Corecon-PI), Terezinha de Jesus Ferreira da Silva.

Os estudantes Luann Felipe de Moraes Lobo e Juan Lucas Santiago de Souza, alunos da Universidade do Estado do Amazonas, conquistaram o terceiro lugar e receberam R$ 600 cada, além de troféu e medalhas. A entrega dos prêmios foi feita pelo presidente do Conselho Regional de Economia do Amazonas (Corecon-AM), Nelson Azevedo dos Santos.

Já os estudantes Germano Wallertein Ferreira Gomes e Guilherme Antônio Calabia Bayma Costa, da Universidade Federal de Pernambuco, ficaram em quarto lugar e receberam medalhas, entregues pelo presidente do Conselho Regional de Economia de Pernambuco (Corecon-PE), Fernando Aquino.

“Neste ano, o nível de competitividade estava muito alto, os jogos estavam bastante difíceis. Qualquer dupla que estava competindo tinha a possibilidade de ganhar, mas por alguns fatores a gente conseguiu chegar lá e estamos bastante contentes com isso. Recomendo que os acadêmicos de todo o Brasil participem nos próximos anos e venham vivenciar essa experiência que é tão bacana e agregadora para a nossa carreira”, recomendou o estudante Johny Monteiro.




Fonte: http://www.furb.br

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

10 Dicas de Sustentabilidade Ambiental




1. Economizar água é algo essencial!

Fechar as torneiras quando elas não estiverem sendo usadas;

Desligar o chuveiro para ensaboar o corpo ou fazer a barba;

Consertar encanamentos com problemas para evitar pingos e vazamentos;

Reutilizar a água da lavagem de roupas para lavar o quintal;

Recolher a água da chuva e usar para regar as plantas.

2. Respeitar a Terra e não poluir é sustentabilidade!

Evitar o uso de sacolas plásticas;

Consumir menos carne bovina ajuda a economizar água também e evita o desmatamento;

Dar preferência aos produtos orgânicos, que são saudáveis e não agridem o solo com agrotóxicos;

Evite o uso de produtos químicos na limpeza de casa, para lavar roupas e louça. Escolha produtos de limpeza biodegradáveis, que se decompõe na natureza.

3. Não contribua com a extinção da fauna e flora silvestre!

Não comprar animais silvestres, o comércio ilegal de animais silvestres contribui para a extinção de muitas espécies, além da crueldade com que os animais são transportados e armazenados;

Não consuma alimentos ou compre produtos derivados de espécies em extinção;

Plante árvores, escolha as espécies nativas e que estão em risco de extinção. As árvores são de grande importância para manter o ar saudável e limpo.

4. Economize energia: bom para você, bom para a natureza!

Apague as luzes dos cômodos que não estão sendo usados;

Use lâmpadas fluorescentes;

Não deixe televisão e rádio ligados se ninguém estiver usando esses aparelhos;

Aproveite a luz solar, abra as portas e janelas é mais agradável e faz bem para a saúde;

Retire da tomada os eletrodomésticos após o uso.

5. Reduza!

Diminua o consumo de produtos embalados, compre a granel e use sacolas de tecido;

Vá pelo menos uma vez por semana ao mercado e compre somente o necessário, liste as coisas que são realmente necessárias.

6. Reutilize!

Transforme coisas velhas em novas com um pouco de criatividade e materiais que tem em casa;

Escolha produtos com embalagens retornáveis;

7. Recicle!

Separar o lixo para coleta seletiva diminui a poluição do solo;

Faça a compostagem caseira dos resíduos orgânicos e adube suas plantas;

8. Use o Transporte Sustentável!

Em curtas distâncias deixe o carro na garagem e faça uma caminhada, além de evitar a emissão de gases poluentes, faz bem à saúde;

Andar de bicicleta também gasta calorias e poupa a natureza;

Prefira carros que utilizem etanol ou energia elétrica e se possível use transporte coletivo, é um carro a menos poluindo o ar que respiramos;

Dar carona aos amigos ou pegar carona pode ser divertido e sustentável.

9. Proteja o nosso meio ambiente!

Adote um animal, existem muitos animais abandonados que foram vítimas de maus tratos esperando por um lar.

Nós somos responsáveis pelo lugar em que vivemos e devemos trabalhar e cuidar para mantê-lo saudável. Denuncie práticas que agridem o meio ambiente;

10. Divulgue a sustentabilidade ambiental

Não dá para mudar o mundo sozinho, é necessário a união para conseguirmos atingir essa meta de sermos sustentáveis.

Crie projetos sociais no seu bairro, podem ser oficinas de reciclagem, horta comunitária e palestras nas escolas sobre o tema;

Divulgue a importância de preservar a natureza e seus benefícios, é importante ensinar as crianças a serem sustentáveis, pois o futuro do planeta depende disso.



06/09 - Banca de tese de Doutorado em Desenvolvimento Regional

Título da tese: Instituições, governança e desenvolvimento regional: O Debate sobre a descentralização administrativa no Estado de Santa Catarina

Aluno: Leonardo Furtado da Silva

Banca:

Prof. Dr. Marcos Antonio Mattedi – FURB
Prof. Dr. Walter Marcos K. Birkner – UNIFACVEST
Prof. Dr. Cristhian Magnus De Marco  – UNOESC
Prof. Dr. Juares Jose Aumond – FURB
Prof. Dr. Oklinger Mantovaneli Junior – FURB
Suplentes
Prof. Dr. Clovis Reis – FURB
Prof. Dr. Valmor Schiochet - FURB


Data: 06/09
Horário: 14h30
Local: Câmpus 1 - Sala R-301 - Mapa

terça-feira, 5 de setembro de 2017

Uma nova aliança para a eliminação da pobreza rural na América Latina

A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e o Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA) constituíram uma aliança para eliminar a pobreza rural na América Latina, onde quase a metade dos habitantes rurais é pobre e cerca de um terço é indigente.

A iniciativa é formada por especialistas de desenvolvimento rural e tem por objetivo mudar o cenário da região. O principal objetivo da aliança é propor soluções inovadoras que tenham um impacto concreto na vida de milhões de pessoas.

Foto: FIDA

Uma aliança para eliminar a pobreza rural na América Latina, onde quase a metade dos habitantes rurais é pobre e cerca de um terço é indigente. A iniciativa, da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e do Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA), tem por objetivo mudar o cenário da região, onde a pobreza rural está estagnada e até sofreu retrocesso em alguns países, como Guatemala, México e Costa Rica.

“As estratégias do crescimento econômico da região foram criadas no século passado e estão baseadas em suposições que já não são mais válidas. Precisamos de soluções do século XXI para este problema”, explicou o Representante Regional da FAO, Julio Berdegué. A aliança, constituída formalmente no fim de agosto, é formada por especialistas latino-americanos de desenvolvimento rural.

O principal objetivo da aliança é propor soluções inovadoras que tenham um impacto concreto na vida de milhões de pessoas. Para Berdegué, as políticas que se requerem hoje não são as mesmas que permitiram reduzir a pobreza da região nos últimos quinze anos. Segundo a FAO, os que mais sofrem são os mais pobres entre os mais pobres:  a indigência rural baixou menos de um ponto percentual entre 2012 e 2014, e se mantém em 27%.

“Os pobres rurais estão em áreas periféricas, onde mais difícil chegar. E existem outros tipos de problemas, como os de gênero, de exclusão de indígenas e afrodescendentes, onde os desafios são ainda maiores”, explicou Lauren Phillips, especialista da FIDA em políticas públicas.

A Aliança criará uma proposta regional que será apresentada aos governos da América Latina e trabalhará com países pilotos para criar formas de intervenção desenhadas com as realidades nacionais e territoriais de cada país.


Fonte: https://nacoesunidas.org

Dia da Amazônia reflete importância da floresta para o Planeta

Na maior reserva natural do mundo sobrevivem 40 mil espécies vegetais e 1.294 espécies de aves.

A floresta ocupa uma área de aproximadamente 6,7 milhões de quilômetros quadrados (Foto: Arquivo TG)

No dia 5 de setembro é comemorado o dia da Amazônia. A data lembra a criação da província do Amazonas por D. Pedro I, em 1980. Mais que uma efeméride, a data é um convite a refletir sobre a importância da floresta para o Planeta.

A floresta

A Amazônia, maior reserva natural do Planeta, é uma floresta tropical úmida que ocupa uma área de aproximadamente 6,7 milhões de quilômetros quadrados. O território brasileiro guarda 60% da floresta, mas a área verde se estende para Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana, Peru, Suriname e Venezuela.

Estudos da organização WWF Brasil indicam que a floresta é refúgio para cerca de 40 mil espécies vegetais, 427 espécies de mamíferos, 1.294 de aves, 378 de répteis, 400 de anfíbios e 3 mil de peixes de água doce, além das mais de 100 mil espécies de invertebrados. A adaptação desses indivíduos é possibilitada pelos fatores climáticos da região: o clima é quente e há variedade de ecossistemas

O rio Amazonas é o segundo maior rio do mundo, alimentado por diversos afluentes (Foto: Arquivo TG)

A vida silvestre necessita dos cursos d’água amazônicos, que carregam índices grandiosos. Com mais de 6 mil e 400 quilômetros de extensão, o rio Amazonas é o segundo mais longo do mundo, ficando atrás apenas do rio Nilo, na África.

Alimentado por afluentes, o Amazonas é responsável por manter a diversidade da região e possibilitar a existência de florestas tropicais úmidas, floretas inundadas, savanas e igarapés. Além disso, é o eixo da bacia hidrográfica Amazônica que, junto às bacias hidrográficas dos rios da Ilha de Marajó e às bacias hidrográficas dos rios do Amapá, constitui a Região Hidrográfica Amazônica.

Cerca de 17 bilhões de litros de água da Bacia Hidrográfica Amazônica vão para os oceanos e aproximadamente 500 litros de água são produzidos diariamente por cada uma das árvores da floresta e lançados para atmosfera, formando assim os famosos rios voadores, responsáveis pelas chuvas das regiões Centro-Oeste e Sudeste do Brasil.

Ameaças

O desmatamento é a principal ameaça à floresta. A derrubada de árvores afeta a região direta e indiretamente. A destruição do hábitat coloca diversas espécies animais em risco de extinção e a diminuição no número de árvores diminui também o volume de água produzido e lançado para atmosfera, situação que afeta a produção das chuvas em todo o País. Além disso, a exploração frequente enfraquece o solo e afeta a capacidade de recuperação plena da floresta.

A mineração e a pecuária ainda são as atividades que mais prejudicam as áreas de floresta. De acordo com dados da WWF Brasil, cerca de 70% das áreas desmatadas são ocupadas por pastagens.

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Pequena fábrica de camisas conquista selo de sustentabilidade


Pequena indústria conta com 98 painéis solares fotovoltaicos, que geram energia limpa
Fotos: Camisas Polo/Divulgação

A Camisas Polo Salvador, indústria de pequeno porte situada no bairro Uruguai, na capital baiana, conquistou recentemente o Selo Verde Ouro, uma certificação socioambiental concedida pela Ecolmeia, organização sem fins lucrativos com sede em São Paulo, que desde 2008 reconhece empresas e organizações cujos processos produtivos e o modelo de gestão estão alinhados com a valorização do ser humano e a sustentabilidade ambiental.

A solenidade de reconhecimento e entrega do Selo Verde será realizada na quinta-feira, 31 de agosto, às 16h, na sede da empresa. “É a primeira vez que concedemos essa certificação para uma fábrica de camisas de pequeno porte”, ressalta o consultor ambiental da Ecolmeia, Reginaldo Almeida, auditor do Selo Verde.

“Portanto, a Camisas Polo Salvador é pioneira nesse segmento. A indústria alcançou a categoria Ouro, com méritos, visto que foram evidenciadas ações tecnológicas e ambientais, que promovem o desenvolvimento sustentável nas áreas social, ambiental e econômica”, acrescenta o auditor.


Hoje, a empresa possui capacidade instalada para produção de até 2.000 camisas polo por dia e consome cerca de 4 mil quilowatts/hora. Esse consumo é atendido por 98 painéis solares fotovoltaicos, que ainda geram energia excedente. O investimento no sistema foi iniciado em 2014.

Iniciativas
“Estamos muito felizes com mais esse reconhecimento externo, comprovando que o nosso trabalho na área de sustentabilidade é cada vez mais consistente”, afirma o sócio diretor da empresa, Hari Hartmann.

Os processos produtivos da unidade fabril estão ancorados nos pilares da sustentabilidade, com mais de 40 ações verdes de “boas práticas ambientais”, a exemplo do uso da energia solar, lâmpadas de LED, sensores de presença, motores eletrônicos, sistema de reaproveitamento da água da chuva nos banheiros, bicicletário para os funcionários, cadeiras ergonômicas, embalagens biodegradáveis e doação de retalhos.


A fábrica baiana já havia conquistado recentemente o 50º Selo Solar, um reconhecimento do Instituto Ideal, com apoio do WWF-Brasil e da Cooperação Alemã para o Desenvolvimento Sustentável. Trata-se da primeira indústria de pequeno porte do Brasil a ter 100% de suas necessidades atendidas pela energia solar fotovoltaica.

Soluções
Adotar soluções sustentáveis no negócio reduz o impacto ambiental, otimiza custos e aumenta a competitividade. “Medidas essenciais em um momento de turbulência econômica”, lembra Hartmann. No primeiro semestre deste ano, a Camisas Polo Salvador registrou crescimento em relação a 2016. “Foi o melhor dos últimos anos, em relação ao faturamento”, comemora o empresário, sem mencionar valores.

A fábrica localizada no Condomínio Bahia Têxtil produz as linhas Clássica – para fardamento empresarial; Ecoline – camisas ecológicas em malha pique, a partir da matéria prima com 50% de poliéster de garrafa PET e 50% algodão; Ecofibra – tecido composto em fibras de PET recicladas e de um mix feito a partir do desfibramento de tecidos (retalhos), com diferentes composições, e a linha 100, fabricada em tecido com 100% de algodão nobre ou 100% de algodão orgânico.

Atualmente, a Rede Selo Verde Ecolmeia mantém 99 organizações certificadas. Todo o processo produtivo das candidatas à certificação é auditado e são avaliados os modelos de gestão, que devem estar alinhados com o conceito de ecoeficiência - produzir mais, com o menor impacto possível ao meio ambiente, minimizando o consumo de matérias-primas e otimizando o uso de energia.



sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Tecnologias sociais e empreendimentos criativos na Região Metropolitana de Belo Horizonte/MG


Revista Brasileira de Desenvolvimento Regional

A  Revista Brasileira de Desenvolvimento Regional [RBDR], de periodicidade quadrimestral, passou a ser editada a partir do outono de 2013 pelo Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Regional [PPGDR], da Universidade Regional de Blumenau [FURB].

Confira um dos artigos:


Tecnologias sociais e empreendimentos criativos na Região Metropolitana de Belo Horizonte/MG
Nadja Maria Mourão

Resumo

As tecnologias sociais se popularizaram como alternativas para a resolução de problemas estruturais dos setores mais excluídos da sociedade, na medida em que se apresentam como soluções modernas, simples e de baixo custo, apoiadas por programas governamentais. A pesquisa investiga exemplos de tecnologias sociais que promovem a inclusão social, com perspectivas de desenvolverem empreendimentos sociais, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. O estudo utilizou os diferentes saberes, informações e experiências acumulados pelos cidadãos para, oportunamente, propor soluções de geração de renda em empreendimentos. Utilizou-se da metodologia de natureza qualitativa, aplicada a estudo de caso. Registraram-se alguns exemplos de geração de renda, como as atividades do “Antenados Produtora”, da cidade de Betim, a ONG “Mudança Já”, na região de Venda Nova, e a tecnologia social “Librário: Libras para Todos”, em Belo Horizonte. Concluiu-se que os exemplos de tecnologias sociais analisados podem gerar renda em empreendimentos criativos e promover o desenvolvimento socioeconômico local.

Código JEL | O38; Q56; R59.


Palavras-chave

Belo Horizonte; empreendimentos criativos; inclusão social; tecnologia social.

Texto completo:
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Parar de fumar melhora qualidade de vida


Fumantes precisam enfrentar abstinência para superar a dependência química

Deixar de fumar é um desafio, mas os benefícios de largar o cigarro ajudam a melhorar e muito a qualidade de vida. De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca), após 20 minutos sem cigarro, a pressão sanguínea é normalizada, e cinco anos depois os riscos de infarto se igualam ao de pessoas que nunca fumaram.

Uma das maiores dificuldades é que o tabagismo é considerado uma doença pelo Inca, já que causa dependência química. Desse modo, parar de fumar pode acarretar em sintomas desagradáveis. Contudo, o fumante pode adotar estratégias para superá-los e vencer a dependência.

1. Eleger uma data para parar de fumar. O ideal é que nesse dia o fumante procure atividades relaxantes para se distrair.

2. Inserir novas atividades à rotina como substitutas ao cigarro, como caminhada. Manter-se ativo é sempre a melhor opção.

3. Evitar lugares com muitos fumantes, para evitar a vontade de fumar.

4. Evitar consumo de café e bebidas alcoólicas que podem aumentar o desejo pelo cigarro.

5. Substituir o cigarro por outros alimentos quando a vontade de fumar o acometer, como uma fruta, tomar água ou mesmo escovar os dentes.

6. Se a vontade for muito intensa, outra estratégia é manter as mãos ocupadas com um elástico ou desenhando.

7. Crie um sistema de recompensas. O dinheiro que seria gasto com o cigarro pode ser guardado e, ao fim de uma semana, o acumulado pode ser usado para adquirir algo que se goste.

8.Identificar os gatilhos na rotina: quais as atividades que estão associadas ao hábito de fumar.

9. Ao tomar a decisão de parar de fumar, livrar-se de todos os isqueiros, cinzeiros e cigarros.

10. Buscar apoio médico, que pode encaminhar tratamentos como terapias e indicar medicamentos que ajudem a lidar com a ansiedade.


Fonte: https://www.brasil.gov.br  com informações do Inca e USP

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

48% das mães ficam desempregadas no primeiro ano após o parto


A volta ao trabalho depois da licença maternidade foi bem planejada por Ariane Whitaker, 35, mas o que encontrou lá foi bem diferente do esperado. "Minha mesa não estava pronta, a senha do meu computador não entrava. Até que uma colega me avisou que meu diretor e o presidente da empresa estavam me esperando. Sem explicações, fui demitida”.

Relatos como o de Ariane não são exceção, muito pelo contrário. Segundo a pesquisa "Licença maternidade e suas consequências no mercado de trabalho do Brasil" da FGV divulgada, 48% das mães saem de seus trabalhos nos primeiros 12 meses após ter seus filhos. O levantamento foi feito com 247.455 mulheres entre 2009 e 2012 e constatou também que quanto menor a escolaridade da mulher, maior o desemprego após a maternidade.

A estabilidade não é um direito?

A estabilidade não é um direito? O que aconteceu com Ariane não é ilegal: ela tinha emendado a licença com as férias e ficou cinco meses fora. Pela lei, a mulher tem direito a estabilidade durante toda a gestação e até cinco meses fora.

"Quando volta, tem que deixar o filho na creche, pode se atrasar. Vai precisar amamentar, levar o filho ao médico. A empresa vê isso como um problema", explica Jorgete Lemos, diretora de Diversidade da ABRH (Associação Brasileira de Recursos Humanos). Isso significa que, para o empresário, aquela mulher passa a produzir menos, então, custa mais caro.

Desigualdade começa em casa

Jorgete fala que o problema real não é esse e, sim, a desigualdade na criação dos filhos: como ainda é a mulher que assume a maior parte das tarefas, como levar o filho ao hospital, a mãe acaba faltando mais do que o pai. A desigualdade na criação dos filhos: como ainda é a mulher que assume a maior parte das tarefas, como levar o filho ao hospital, a mãe acaba faltando mais do que o pai. A desigualdade começa, portanto, dentro de casa. "E segue na cabeça do RH, que também não evolui esse pensamento”, concluiu.

Outras questões complicam a vida da mãe: creches distantes, falta de espaço para amamentação e horários rígidos, que dificultam o cuidado com os filhos, o que também leva muitas a desistirem dos empregos por não conseguir conciliar o trabalho com a maternidade.

Sem aumento por causa da licença

Erika Ribeiro, 35, trabalhava como supervisora de recursos humanos e, entre suas atribuições, estava a de tabelar as previsões de aumentos. Ela sabia que toda sua área receberia um aumento, inclusive ela, quando descobriu que estava grávida. "Contei ao meu chefe e, naquele mês, foram processados os aumentos. De todo mundo, menos o meu, que não veio”.

Ela chegou a falar o chefe sobre isso, e ele justificou que, como ela logo sairia de licença, não compensava dar o aumento.

Veja os indicadores de trabalho e valorização da mulher no Portal Empoderamento das mulheres

Chefe sugeriu que ela mesma contratasse uma substituta

Já para Renata Amaral, 37, a situação foi um pouco mais complicada. Trabalhando como "freela fixo" --o equivalente a um terceirizado-- em uma grande empresa de comunicação, ela atuava exatamente como as pessoas oficialmente contratadas.

No sétimo mês da gestação, foi informada de que a empresa não teria como pagar sua licença e recebeu uma sugestão: eles continuariam a pagar seu salário, desde que ela contratasse alguém para cobrir seu tempo fora. Ela poderia pagar menos para essa pessoa e ficar com uma parte do meu salário. “Fiquei chocada”.

Empresa pensa no prejuízo imediato

Jorgete Lemos explica que as empresas enxergam a licença da gestante também como um custo, já que uma pessoa vai precisar ser contratada e treinada para substitui-la. "Esse é um problema de visão. É preciso um olhar de valorização da profissional. Se ela é boa, importante para a empresa, o olhar deveria ser de querer manter a profissional. Mas acontece que a maioria das mulheres não é respeita nem valorizada”.

Por isso a defesa da licença paternidade encontra tanto apoio. Além de permitir que o pai seja parte mais ativa na criação e cuidado do filho, ela diminui esse olhar empresarial da mulher que tem filhos como um custo.

"Mas quem fica com seus filhos?”

A professora Carolina Pedrosa, 33, estava discutindo a pensão com seu ex-marido há alguns anos, quando estava desempregada, e ele alegou que o pagamento não fazia sentido, já que os dois tinham a mesma formação e capacidade profissional.

"Daí eu perguntei para ele: 'Quantas vezes te perguntaram com quem você deixa seu filho, em entrevistas de emprego?'. E ele disse que nunca, porque isso não tinha a ver com a habilidade profissional dele, oras. Pois bem, em as entrevistas me faziam essa pergunta", conta ela. Depois dessa conversa, ele topou pagar a pensão.

A existência de filhos, quem cuida deles e também os planos de ter filhos são questões comumente feitas em entrevistas de empregos às mulheres. Erika fala que, com frequência, recebia a orientação, quando trabalhava com RH, de "não pegar mulher recém-casada, por ter grandes chances de engravidar". Para Jorgete, isso vai mudar à medida que as empresas passarem a ter o olhar de que o filho é uma responsabilidade do homem também.

       
Fonte: http://www.portalodm.com.br

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Você Sabia?! Estimativa populacional de 2017


De acordo com as estimativas populacionais para os municípios e para as Unidades da Federação brasileiros com data de referência em 1º de julho de 2017, elaboradas pelo IBGE e publicadas hoje (30 de agosto) no Diário Oficial da União, a população de Santa Catarina chegou a 7.001.161 habitantes, o que representa um crescimento de 1,3% em relação ao ano de 2016, no qual a estimativa da população catarinense foi de 6.910.553. Entre os estados, Santa Catarina tem a décima maior população. 

Em relação aos municípios de Santa Catarina, na Tabela 1 são listados os dez maiores em termos de população e seus respectivos crescimentos percentuais em relação a 2016.



Já os dez municípios de Santa Catarina com maior crescimento percentual em relação ao ano passado são listados na Tabela 2.



Blumenau

Como observa-se na Tabela 1, Blumenau continua sendo o terceiro mais populoso município de Santa Catarina, tendo 348.513 habitantes, 4.798 (1,4%) a mais do que em 2016, quando eram 343.715. Considerando uma taxa anual de crescimento de 1,45% (aproximadamente a média dos últimos quatro anos), Blumenau atingirá 400 mil habitantes em 10 anos, isto é, em 2027. Seguindo o mesmo cálculo, serão 500 mil blumenauenses daqui a 26 anos, ou seja, em 2043. A Tabela 3 mostra a projeção da população de ano em ano para os próximos trinta anos.




A projeção da população nos permite também estimar a densidade demográfica (relação entre população e a superfície do território) de Blumenau para os próximos anos. Com uma área territorial de 518,497 km², a densidade demográfica de Blumenau chegou a 672 habitantes por km² em 2017. Com base no cálculo acima, como também mostra a Tabela 3, estima-se que Blumenau atingirá mais de mil hab/km² em 2045.  



Fonte: Elaboração projeto SIGAD/FURB (furb.br/sigad).


Campanha estimula separação do lixo em condomínios

65% do lixo seco é tratado por catadores
Com o título “Separe. Não pare”, 23 associações pretendem estimular educação ambiental e melhorar qualidade de trabalho para catadores

Entidade que reúne 23 associações de empresas de embalagens, a Coalizão assinou com o governo federal um acordo setorial, em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (ONU Meio Ambiente). A intenção é engajar a população brasileira a separar o lixo orgânico do seco, que pode ser reciclado.

"Separe. Não Pare" estimula o descarte consciente do lixo doméstico. De acordo coma Pesquisa Nacional de Saneamento Básico, metade desses rejeitos é descartado sem qualquer tratamento. Sem o tratamento adequado, há um prejuízo de R$ 8 bilhões, já que se deixa de gerar renda com maior valor agregado aos reciclados.

A ideia é levar a educação ambiental, sobretudo pelas redes sociais, à população na separação dos resíduos, a partir de medidas práticas que podem ser adotadas sobretudo em condomínios e comunidades. Colocar em recipientes diferentes o lixo orgânico e o seco já facilita o trabalho de quem é responsável por transformar esse material.

"O principal objetivo é engajar a população a separar o lixo e dar uma destinação adequada. A ideia é que essa mudança de atitude é o primeiro elo para assegurar que os produtos vão ter a logística reversa", destacou o presidente do Compromisso Empresarial para Reciclagem (Cempre), Victor Bicca.

Orgânico x Seco

O site da campanha traz orientações sobre o tratamento que deve ser dado em casa ao lixo urbano. Uma distinção básica para saber em que lata colocar os resíduos é avaliar a perenidade dos produtos.

Se ficam estragados rapidamente, vão para o depósito de orgânicos, como restos de comida; se têm certa durabilidade e não possuem origem biológica, vão para o lixo seco, depois de limpos. 

Diariamente, no País, são geradas 180 mil toneladas de lixo por dia nas cidades. Em média, 55% desse volume são resíduos orgânicos. O que sobra é o lixo seco, que pode ser reciclado. De acordo com o Cempre, 65% desse total chega às cooperativas de catadores para ser tratado. Mas esse percentual poderia ser maior se o lixo fosse separado na fonte.

Logística

"Absorver a mensagem da sustentabilidade. Qualquer processo educativo é longo, de qualquer forma a população precisa se apropriar, pois a segregação na origem, ou seja, separar antes de jogar fora, é o mais importante", explica a Diretora de qualidade ambiental e gestão de resíduos do Ministério do Meio Ambiente, Zilda Veloso.

A campanha se debruça sobre mecanismos de logística reversa: nesse modelo, os resíduos reciclados pelos catadores retornam às empresas como matéria-prima das embalagens, para que sejam reaproveitados na cadeia produtiva.

As ações da campanha começaram a ser implantadas em condomínios em São Paulo, onde serão distribuídos adesivos que devem ser aplicados em lixeiras, para indicar o local correto do descarte do lixo. Segundo Victor Bicca, a medida deve ser ampliada para outras capitais no ano que vem.

Com a adoção dessas medidas, a Coalizão pretende diminuir em até 22% a quantidade de embalagens que são destinadas aos aterros sanitários, até o ano que vem. Além disso, as associações também assumem o compromisso da responsabilidade compartilhada, ao se comprometerem a elevar a produção de embalagens de materiais que podem ser reciclados.


Fonte: Portal Brasil, com informações do Ministério do Meio Ambiente e IBGE

terça-feira, 29 de agosto de 2017

Uso de narguilés propicia doenças infecciosas e câncer


Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) aponta que 212 mil brasileiros usavam o narguilé; equipamento é utilizado principalmente por jovens entre 18 e 29 anos

Apesar de parecer menos agressivo do que o cigarro à primeira vista, o uso de narguilés pode acarretar problemas graves. De acordo com o Ministério da Saúde, o fumo do narguilé pode provocar câncer de pulmão, boca e bexiga, estreitamento das artérias e doenças respiratórias.

Uma hora de uso do narguilé equivale a tragar cem cigarros, segundo estimativa da Organização Mundial da Saúde (OMS). O equipamento chega a durar em média de 20 a 80 minutos e é utilizado sobretudo por jovens entre 18 e 29 anos, que correspondem a 63%. A Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) aponta que, em 2015, 212 mil brasileiros usavam o narguilé.

Uma das explicações levantadas pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca) para essa popularização é que o cachimbo é compartilhado entre várias pessoas, por isso o consumo acontece principalmente em ocasiões de convívio social.

Essa prática também representa um risco de infecções aos usuários, já que todos usam o mesmo bucal, como herpes, hepatite C e tuberculose.

Como é derivado do tabaco, contém nicotina e 4.700 substâncias tóxicas também encontradas no cigarro convencional. Depois de uma sessão de 45 minutos de narguilé, a concentração de nicotina, monóxido de carbono e os batimentos cardíacos aumentam, assim como há a maior exposição a metais pesados, altamente tóxicos e difíceis de serem eliminados, como o cádmio.

Esses fatores podem provocar a intoxicação dos fumantes e reduz a oxigenação do cérebro. Desse modo, a coordenação motora dos usuários fica comprometida, além de provocar tonturas, fadiga e sonolência, e eleva o risco de acidentes de trânsito, por exemplo.

No narguilé, o tabaco, ao qual são acrescentados aromatizantes, é aquecido, e a fumaça passa por um filtro de água antes de ser aspirada por uma mangueira. Mas isso não reduz os efeitos nocivos do objeto, uma vez que apenas 5% da nicotina é absorvida pela água nesse processo.

Assim, o uso pode levar ao aparecimento de doenças cardíacas e respiratórias, além de também desencadear a dependência. 

O câncer de pulmão é o mais letal no País, também associado ao uso de narguilés. Em 2015, foram registrados mais de 27 mil novos casos da doença.


Fonte: Portal Brasil, com informações do Ministério da Saúde e Inca

Enchentes no Vale: FURB e IFC registram patente conjunta


A FURB e o Instituto Federal Catarinense (IFC) tem trabalhado em parceria numa patente que visa diagnosticar com precisão e rapidez os eventos de enchentes na região do Vale do Itajaí.

Os professores/pesquisadores do IFC, Eduardo Werneck, e da Furb, Marco Mattedi e Leandro Ludwig, estiveram na Reitoria do IFC na manhã de sexta-feira (25/08/2017) em reunião com o reitor em exercício e pró-reitor de Extensão, Fernando Garbuio, para apresentar os encaminhamentos da Cooperação Técnica entre as instituições que envolveu a expertise do IFC em drones e a expertise da FURB com desastres naturais, que resultou na proposta de monitoramento em tempo real de enchentes.

Segundo Werneck esse é o primeiro registro de patente solicitado diante da parceria IFC/FURB. “O pedido de registro de patente foi enviado ao Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI) em julho de 2017 e, a partir disso, as instituições têm até 10 anos exclusividade em explorar esse projeto”. 

Para Mattedi, coordenador do Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Regional da FURB, essa parceria representa a união de esforços em busca de alternativas para problemas sociais. “Existe aqui uma troca de conhecimento, expertises, tecnologias que, ao serem integradas, resultam em um serviço ou um produto que vai beneficiar a população. Estamos, desta forma, introduzindo na sociedade novas tecnologias”, salienta.

Leandro explica como o projeto, que está no campo das ideias, pretende ser disponibilizado à comunidade regional. “O projeto contará com um drone de asa fixa, com sensores, que fará voos em áreas de enchente antes, durante e depois do fenômeno. Nesses voos o drone vai capturar imagens em modelo 3D que serão transmitidos, em tempo real, para um software. Assim, os técnicos poderão sobrepor os modelos tridimensionais e identificar o impacto da enchente”, explica ele.

O modelo, que está em fase embrionária, promete trazer uma leitura de cenário mais precisa e confiável sobre as enchentes. “Esse tipo de ação é um ganha-ganha, uma vez que ganham as instituições e ganha a sociedade em três níveis: economia de recursos, aceleração no processo e justificativa da existência desses espaços”, reforça o professor Mattedi.

Conforme reforça Garbuio, projetos e patentes como a que surge da parceria IFC/Furb reforça o papel das instituições em aplicar o recurso público em ações de retorno para a sociedade. “Estamos aqui para ajudar no desenvolvimento regional e a patente vem nesse sentido, ao olhar para o problema social e propor uma solução”.

Além do retorno social, a patente pode ser vista como uma especialidade da instituição. “As patentes materializam o conhecimento das instituições de ensino em algo que pode ser aplicado à sociedade. Também, é o portfólio da instituição para demarcar o seu território em uma área de conhecimento. Por meio delas, é possível que a instituição se retrofinancie ao receber royalties de patentes que virem a ser comercializada/usada”, finaliza Eduardo.


Fonte: http://www.furb.br

sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Projeto: Vozes e Saberes Indígenas: tempos, espaços e lugares interculturais na diversidade da Educação Básica

Projeto Vozes e Saberes: integrantes do GPEAD (Grupo de Pesquisa Ethos, Alteridade e Desenvolvimento): Lilian Blanck de Oliveira, Georgia Carneiro Fontoura, Karla Lucia Bento, Simone Riske Koch, Jonathan Dias e Marlon Miranda.




Resumo:

Este projeto de extensão tem como foco a implementação da Lei nº 11.645/2008, que alterou LDBEN nº 9.394/96, já modificada pela Lei nº 10.639/2003 e legisla a obrigatoriedade da inclusão da temática História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena no currículo oficial da rede de ensino. No âmbito deste projeto as ações estão voltadas às questões relacionadas à cultura e história dos Povos Indígenas, em especial do Povo Indígena Laklãnõ Xokleng que habita a Terra Indígena Ibirama Lã Klanô (TIILK) de SC. O objetivo geral é promover encontros episte(me)todológicos de caráter intercultural entre educadores, educandos, comunidade escolar EIEF Vanhecú Patté da TIILK e escolas públicas da Educação Básica de Blumenau. Para tanto o projeto prevê o desenvolvimento de estudos, pesquisas e ações que identifiquem e construam diferentes tempos, espaços e lugares curriculares, fomentando e encaminhando práticas pedagógico-didáticas comprometidas com os reclames e ditames da Lei 11.645/08 e documentos curriculares da Educação Básica brasileira.A metodologia utilizada se constitui de um diagnóstico inicial com educandos, educadores e gestores das escolas indicadas envolvendo presenças e/ou ausências em documentos curriculares, materiais didáticos e vivências pedagógicas relativas à história e cultura dos Povos Indígenas. A partir destes dados foram definidas ações em desenvolvimento com cada realidade escolar como: formação com educandos, educadores e comunidade escolar; grupos de estudo; rodas de conversa e oficinas sobre a temática na vida escolar e social da região e país. No âmbito do projeto também estão sendo promovidos encontros, palestras e seminários envolvendo escolas e FURB, assim como a produção de artigos, material pedagógico e/ou paradidático vinculados à história e cultura das populações indígenas na perspectiva da democracia, cidadania e desenvolvimento regional. O desenvolvimento deste projeto contribui para aproximar, identificar, visibilizar e ressignificar olhares, leituras e práticas na Educação Básica e no Ensino Superior, voltadas à promoção dos temas transversais, em particular aos relacionados à história e cultura indígena, conforme Lei 11.645/08. As ações em desenvolvimento se percebem relevantes para todos os sujeitos envolvidos no projeto. Para a população indígena Laklãnõ Xokleng na conquista de tempos, espaços e lugares para o tema; para as escolas, seus/suas professores/as, estudantes, equipe gestora e familiares na ampliação do conhecimento histórico e cultural relativo à diversidade étnica do Vale do Itajaí e para os extensionistas enquanto um exercício de formação e aprimoramento episte(me)todológico.



Organizações científico-tecnológicas, cidades intermédias e desafios para a inovação regional: estudo de uma experiência latino-americana

Revista Brasileira de Desenvolvimento Regional

A  Revista Brasileira de Desenvolvimento Regional [RBDR], de periodicidade quadrimestral, passou a ser editada a partir do outono de 2013 pelo Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Regional [PPGDR], da Universidade Regional de Blumenau [FURB].


Confira um dos artigos:



Organizações científico-tecnológicas, cidades intermédias e desafios para a inovação regional: estudo de uma experiência latino-americana
Carolina Pasciaroni, Silvia Gorenstein, Andrea Barbero

Resumo

Os novos paradigmas tecnológicos apresentam possibilidades e caminhos de desenvolvimento de países periféricos e suas realidades urbano-regionais. Neste cenário surgem novos debates em torno das organizações de conhecimento (universidades, centros tecnológicos etc.) e, de forma mais geral, das potencialidades e limitações do sistema de inovação em suas diversas escalas, para que sejam desencadeados mecanismos virtuosos associados à configuração de redes de conhecimento e aprendizagem. O estudo proposto adota a metodologia de estudo de caso, com o objetivo de analisar a trajetória do complexo científico e tecnológico de uma cidade intermédia da Argentina. A partir da análise de dois períodos distintos, é possível identificar a influência de fatores próprios de contextos periféricos sobre o papel exercido por organizações de conhecimento nas dinâmicas de inovação regional.

Código JEL | O18; P16; R21.


Palavras-chave

Cidades intermédias; desenvolvimento regional; interação universidade-empresa; organizações de conhecimento.

Texto completo:





quinta-feira, 24 de agosto de 2017

ODS são tema da Virada Sustentável de São Paulo

Foto: Virada Sustentável - SP

A sétima edição da Virada Sustentável em São Paulo, que começa hoje e dura até o próximo dia 27 de agosto, tem os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) como tema central do evento, por meio de uma parceria com o PNUD. Ao longo dos quatro dias, serão mais de 500 atividades, espalhadas por mais de 100 pontos da capital paulista. A expectativa é de que mais de um milhão de pessoas participe da Virada. Na programação, exposições, shows, palestras e atividades que discutirão o desenvolvimento sustentável.

No Parque Ibirapuera, o “Circuito de Instalações” apresentará trabalhos de 17 artistas brasileiros e estrangeiros, tendo como tema os 17 ODS. As obras, que ficarão no parque até o dia 24 de setembro, reúnem nomes como Kadu Pifo, Paula Pim, Vitche, Jaime Prades, João Lelo, Magoo Felix, entre outros.

“A Virada Sustentável sempre defendeu uma visão integrada de sustentabilidade, que engloba, mas não se restringe, aos temas ambientais. Os ODS são hoje a agenda global mais representativa dessa visão, para a construção de um planeta mais justo até 2030. E ações locais colaboram diretamente com esse propósito. Por isso, a parceria com o PNUD é fundamental para avançarmos nesse debate”, diz o diretor-executivo do Instituto Virada Sustentável, André Palhano.

Na opinião do assessor sênior do PNUD, Haroldo Machado Filho, a Virada Sustentável promove a discussão dos ODS de forma prática, com diferentes segmentos da sociedade.“Só teremos o alcance da Agenda 2030 com ações coordenadas que dialoguem diretamente com as necessidades locais. A Virada Sustentável, que reúne representantes da sociedade civil, governos, setor privado, academia e mídia, é uma grande aliada para discutirmos com a sociedade, de forma prática e direta, quais as reais necessidades para erradicarmos a probreza, promovermos o crescimento econômico e garantirmos a sustentabilidade do planeta”, afirmou.

Sobre a Virada

A Virada Sustentável é o maior festival de mobilização e educação para a sustentabilidade do Brasil. Envolve cocriação, articulação e participação direta de organizações da sociedade civil, órgãos públicos, escolas e universidades, empresas, coletivos e movimentos sociais. Teve sua primeira edição realizada em 2011, em São Paulo, e desde então vem ampliando seu escopo de atuação, promovendo edições em cidades como Sinop, Manaus, Salvador, Porto Alegre e Rio de Janeiro. Em agosto de 2016, a sexta edição da Virada Sustentável na capital paulista reuniu cerca de 1,2 milhão de pessoas em mais de 800 atividades e atrações gratuitas espalhadas por mais de 130 lugares da cidade.

No mês de junho deste ano, o PNUD assinou um Memorando de Entendimento com o Instituto Virada Sustentável. Na parceria, estão previstas atividades para mobilização e disseminação da Agenda 2030 e dos ODS. O objetivo é promover a ação social colaborativa com diferentes setores da sociedade para garantir o alcance do desenvolvimento sustentável no país.

Para conferir a programação completa da Virada, acesse aqui.


Fonte: http://www.br.undp.org

quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Uso de bases de dados socioeconômicos, Oficina SIGAD/FURB

                        

Aconteceu ontem, 22/08/2017, a oficina "Uso de bases de dados socioeconômicos" na Semana Acadêmica de Ciências Sociais, com o objetivo de introduzir a pesquisa e uso de bases de dados socioeconômicos oficias (IBGE, Datasus, etc)  para profissionais e estudantes de diversas áreas de atuação como das ciências sociais, Economia e área afins. 

A oficina foi coordenada pelos alunos do projeto de extensão SIGAD - Sistemas de Informações   Gerenciais de Apoio à Decisão, com apoio do professor Dr. Maiko Rafael Spiess.

Foram apresentadas atividades do projeto de extensão e como realizar pesquisas em diversas bases de dados. Estiveram presentes Professores, alunos da graduação, mestrandos e doutorandos.

O material da oficina esta disponível para acesso a quem se interessar em: bit.do/basesdedados e bit.do/oficinasigad  


Equipe SIGAD: Mônica Flissak, Franklin Zummach, Daniel Wandrey, Júlia Laurindo:
Bolsista do Projeto: Integração ODS Brasil. Patricia Tchembeca






Ciclo debate hoje os 100 anos da Revolução Russa



Numa promoção conjunta do Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Regional e Departamento de Economia da FURB, acontece nesta quarta-feira, dia 23, o início do Ciclo de Debates sobre os 100 anos da Revolução Russa (1917), às 19 horas, na sala I-408 (Campus 1).

Serão quatro encontros até novembro. Hoje, a primeira mesa de debates terá a participação dos professores doutores Dilson Trennepohl (PPGDR/Unijuí), Leonardo Brandão (PPGDR/FURB) e Ivo Marcos Theis (PPGDR/FURB, na Coordenação).

A Revolução Russa

Em 2017 faz exatos 100 anos que ocorreu a Revolução Russa. Trata-se, até agora, de um evento único na história da humanidade, segundo o informe distribuído pelo prof. Dr. Ivo Marcos Theis:

Das inúmeras revoluções que tiveram lugar desde que se instaurara a modernidade, a Revolução Russa foi a primeira tentativa bem-sucedida de ruptura da ordem capitalista encetada pela classe social que vive do trabalho. Ela aconteceu num país periférico, a Rússia, governada por uma nobreza decadente e com sua economia dominada pelo grande capital estrangeiro”.

Passados precisos 100 anos, cabe uma reflexão sobre o processo que, passando por 1905, culminou no famoso "outubro de 2017".

O propósito ciclo é este: refletir sobre a Revolução Russa 100 anos depois: o que levou a ela, por quais importantes etapas passou, quem a organizou, como foi organizada, que importância teve o partido, que importância tiveram os chamados "sovietes", o que ela prometia, prosperidade ou democracia, o que acabou frustrando, quem se opôs a ela e como, que receptividade houve em outros países, que rumos, afinal, acabou tomando, como se desenvolveu econômica, social, política, científico-culturalmente, como foram tratadas as chamadas "minorias", e o meio ambiente...

Serão quatro encontros.

Estas e outras questões serão tratadas, sempre no Campus I da FURB, em quatro rodadas, uma ao mês, num ciclo de debates sobre os 100 anos da Revolução Russa. A primeira rodada terá lugar na noite de hoje, dia 23/08. A última, em novembro.