quinta-feira, 27 de março de 2014

UNIEDU abre cadastro para cursos de pós-graduação (oportunidade de bolsa)

UNIEDU abre cadastro para cursos de pós-graduaçãoPDFImprimirE-mail
Por Beatriz Menezes dos Santos   
Ter, 25 de Março de 2014 15:17
2503 pequenaOs estudantes matriculados em cursos de pós-graduação nas instituições de Ensino  Superior podem procurar o UNIEDU, no portal da Secretaria de Estado da Educação, para participar do Programa que oferece bolsas de pós-graduação em nível de Especialização, Mestrado e Doutorado.
Mantido pelo Fundo de Apoio à Manutenção e ao Desenvolvimento da Educação Superior – FUMDES/2014, o Programa já ofereceu mais de 300 bolsas em 2013. Este ano, para o curso de Especialização estão previstas 50 bolsas de R$ 750,00. Para o    Mestrado, 70 bolsas no valor de R$1.500,00 e para Doutorado, 35 bolsas de R$ 2.200,00.
O cadastramento, que teve início nesta segunda-feira, 24, prossegue até 22 de abril de forma on line no site http://www.uniedu.sed.sc.gov.br. A documentação deverá ser entregue à SED/PROTOCOLO GERAL, pessoalmente ou por remessa postal registrada sob a referência “UNIEDU/POS-GRADUAÇÃO/CADASTRAMENTO/CHAMADA PÚBLICA no. 08/SED/2014”.
O endereço para a remessa de documentos é o da Secretaria de Estado da Educação – Diretoria de Educação Superior - Rua Antônio Luz, 111 - 6º andar, sala 605, Centro, Florianópolis - CEP: 88.010-410.
A publicação dos classificados será dia 23 de maio e a lista dos estudantes beneficiados dia 24 de junho. De acordo com o cronograma, o cadastramento acontece em duas etapas. A primeira vai do envio de documentos até a publicação da relação final dos classificados, dia 03 de junho. A segunda etapa para os classificados será de 04 a 06 de junho, com a entrega dos documentos e a publicação da outorga, dia 24 de junho. O início do pagamento da bolsa está previsto para Julho de 2014.   
Segundo o diretor de Educação Superior, Gilberto Agnolin, a análise dos projetos será realizada por 170 pareceristas, que formarão uma Comissão ad hoc, de diferentes Instituições de Educação Superior do Estado. “Os cursos acontecem na modalidade presencial, após a aprovação dos projetos pelas Instituições”, destaca. “O tempo de duração depende do projeto, esclarece Agnolin.
Pelo portal, os estudantes também terão acesso à lista de documentos que deverá ser entregue, assim como os critérios de participação: ter cursado todo o ensino médio em escolas da rede pública, ou em fundação educacional ou instituição privada com bolsa de estudo integral ou parcial, mediante o histórico do ensino médio; residir a dois anos no Estado; o candidato só poderá concorrer novamente em nível superior ao beneficiado anteriormente; não receber benefício de outra bolsa de estudo proveniente de recursos públicos de acordo com a legislação vigente.
A coordenadora dos Programas de Educação Superior da SED, Marlene de Oliveira,  informa que em breve sairá edital específico para o curso de Especialização em Instituições de Educação Superior com sede em Santa Catarina. “O Programa pretende oferecer mais 200 bolsas na área de Saúde/Educação”, ressalta.
O prazo de duração da bolsa, descontando o tempo decorrido entre a data de início do curso e o início do recebimento da primeira parcela em julho de 2014, será no máximo de até 18 parcelas para a Especialização; até 24 parcelas para Mestrado e de até 48 parcelas para Doutorado.

Fonte: http://www.sed.sc.gov.br/secretaria/noticias/5584-beatriz-menezes-dos-santos

quarta-feira, 26 de março de 2014

PROESDE FURB/2014 - Formação Docente Objetivos do Milênio

O PROESDE FURB vem oferecendo um conjunto de formações preparatórias para os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) cumprindo seu papel de formação para o Desenvolvimento Regional. No mês de fevereiro aconteceu a capacitação para coordenadores de projetos de extensão seguindo as prioridades estabelecidas pela Divisão de Extensão da FURB - DAEX, sob a chefia da profa. Marilda Angioni.
Prof. Reynaldo e lecionando aos professores do PROESDE FURB 2014

Hoje foi a vez do PROESDE promover a capacitação de seus quadros docentes na temática com o professor Reynaldo Monteiro Coimbra Neto, que abordou uma breve apresentação do Sistema DevInfo e a relação entre Metas, Indicadores e Objetivos, fundamentos e digressões.
Profa. Marilda Angioni (DAEX) e Prof. Leonardo (coord. PROESDE)

Doutorandos e Mestrandos dos Grupos de Pesquisa do Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Regional - PPGDR/FURB estarão ao longo de 2014, acompanhados de seus orientadores e dos tutores do PROESDE/FURB implementando este importante projeto, que está em sua terceira edição e cada vez mais amadurecido. 


No curso desta quarta-feira, 26 de março, foram abordadas também projeções temáticas para o enfoque dos conteúdos em sala de aula bem como para a construção dos trabalhos de conclusão que deverão oferecer contribuições para o entendimento e alcance dos ODMs na FURB e nas regiões de abrangência das Secretarias de Desenvolvimento Regional - SDRs de Blumenau, Ibirama, Jaraguá do Sul e Timbó. 
Docentes do PROESDE 2014
Portanto o PROESDE FURB vem se tornando uma estratégia importante de Desenvolvimento Regional oferecida pela Universidade Regional de Blumenau em parceria com a Secretaria de Educação de Santa Catarina ao colocar a temática do Desenvolvimento Regional em sintonia com o que vem sendo discutido no mundo em termos de desenvolvimento e sustentabilidade. 
 Aula preparatória saída de campo Kochkaese 2013
 Saída de campo turma 2013 - Patrimonialização Kochkaese
 Prof. Luciano (Coord. PROESDE) Prof. Gilberto e equipe SED-SC
Prof. Ivo Theis (PPGDR) fala no I Seminário Estadual do PROESDE 17/12/2013
Reunião de planejamento com as SDRs

A FURB e o PPGDR por meio de seu Observatorio do Desenvolvimento Regional, Programa de Extensão que abriga o projeto PROESDE demonstra, em seu cotidiano, amadurecimento e aprofundamento de uma ação que desdobra-se com os ODM, a partir da FURB, desde 2006 e agora passa a fazer parte, integralmente, do PROESDE FURB.


AS INSCRIÇÕES PARA O PROESDE, edição 2014, ESTÃO ABERTAS COM ÓTIMAS OPORTUNIDADES DE BOLSAS DE ESTUDO NA FURB. Seguem informações e links para os interessados, diretamente da página da FURB:


PROESDE

Programa de Educação Superior para o Desenvolvimento Regional - PROESDE, do Governo Estadual, objetiva promover a melhoria das regiões pela educação superior, a partir de cursos de graduação estratégicos para o desenvolvimento regional.  
O valor da bolsa de estudo é de 70% sobre o valor da mensalidade integral (matrícula e mensalidades) em 2014 e 100% do Curso de Extensão para o Desenvolvimento Regional, com carga horária total de 200 horas, ministrado aos sábados e cuja participação é obrigatória.
Requisitos para inscrição
  • Ser estudante e residir, há pelo menos 2 anos, em um dos seguintes municípios de Santa Catarina, integrante das Secretarias de Desenvolvimento Regional - SDR a seguir relacionadas: Blumenau: Blumenau, Gaspar, Ilhota, Luís Alves, Pomerode; Ibirama: Apiúna, Dona Emma, Ibirama, José Boiteux, Lontras, Presidente Getúlio, Presidente Nereu, Vitor Meireles, Witmarsum; Jaraguá do Sul: Corupá, Guaramirim, Jaraguá do Sul, Massaranduba, Schroeder; Timbó: Timbó, Indaial, Ascurra, Rodeio, Benedito Novo, Doutor Pedrinho, Rio dos Cedros.
  • Ter cursado o ensino médio prioritariamente em escola pública ou com bolsa de estudos em escola privada.
  • Ter cursado, pelo menos, dois semestres da graduação dos cursos relacionados no Edital e não ser concluinte em 2014.
  • Ter disponibilidade para frequentar o Curso de Extensão aos sábados, das 7h30 às 11h30 e das 13h30 às 17h30, no município de Blumenau. 

PPGDR - FURB: Bolsas no PROESDE FURB 2014 - Inscrições Abertas

PPGDR - FURB: Bolsas no PROESDE FURB 2014 - Inscrições Abertas: Estão abertas as matrículas para o PROESDE FURB - 2014 .  Uma rara oportunidadeCurso de Extensão para o Desenvolvimento Regional, conv...

terça-feira, 25 de março de 2014

1° Fórum Municipal dos Objetivos do Milênio


Seminário de Desenvolvimento Regional

Dia 28/03/2014
Horário: 14:00
Local sala R 129-Campus 1
Tema: GOVERNANÇA, ASSOCIATIVISMO E CONFIGURAÇÃO SOCIOTERRITORIAL: reflexões a partir da experiência de Montreal (Canadá) na gestão do lazer
Palestrante: Dra. Renata Brauner Ferreira

terça-feira, 11 de março de 2014

Edital de artigos científicos do Programa de Pós-Graduação em Turismo da Universidade de Brasília (UNB)

O Comitê Editorial da Revista Eletrônica de Turismo, do Programa de Pós-Graduação em Turismo  da  Universidade de Brasília  (UNB) - Revista Cenário, torna público que receberá, no período de 01 de março a 30 de maio, artigos científicos a serem publicados na edição referente ao vol. 2, n. 2, ano 2014,  prevista para julho de 2014. A revista tem o ISSN eletrônico 2318-8561.O Edital encontra-se postado em "Relatar".

quarta-feira, 5 de março de 2014

Seminário de Desenvolvimento Regional

Seminário de Desenvolvimento Regional
Dia 21/03/2014
Horário: 14:00
Local sala R 129-Campus 1
Tema: Conhecimentos Tradicionais, Plantas Medicinais e Gênero no Contexto do Desenvolvimento Regional
Palestrante: Doutoranda Leonilda Wessling

FURB - Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Regional 
Campus 1 - sala R 310
R. Antonio da Veiga, 140 - 89012-900, Blumenau - SC
e-mail: ppgdr@furb.br
Fone: 47-3321-0507

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Artigo RBDR: Institucionalidad regional en la Argentina reciente: el dilema de la política pública de desarrollo regional

Por: Martín Seval, José Ignacio Vigil, Víctor Ramiro Fernández

Cabeçalho da página

Resumo 


(em espanhol)
La estrategia de desarrollo regional argentina promueve la institucionalidad regional como intermediaria entre la política pública y sus destinatarios. Se considera a la intermediación institucional como garantía de mayor efectividad y apertura democrática. Sin embargo, en la práctica observamos la continuidad de asimetrías y retraso democrático. Entendemos este problema práctico desde un problema teórico en la política pública. La estrategia de desarrollo regional adopta aportes nuevo-regionalistas cercanos a la cohesión regional sin considerar posturas críticas. Nuestra propuesta se centra en una revisión teórico/empírica de la relación institucionalidad-heterogeneidad regional, tomando un estudio de caso para enfrentar el dilema de discutir una estrategia ampliamente difundida en el desarrollo regional.


Para texto completo: CLIQUE AQUI

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Sistema de aluguel de bicicletas, financiado pela Finep, é sucesso no País


Prático, econômico, não poluente e ainda estimula a realização de exercícios físicos. Parece bom demais para ser verdade, mas isso existe no Brasil e é um grande sucesso. O sistema de aluguel de bicicletas da Serttel, financiado pela Finep e patrocinado pelo Banco Itaú, está colorindo as cidades brasileiras de “magrelas” laranjas e adquirindo cada vez mais adeptos. O projeto, em parceria com as prefeituras, tem facilitado a vida de milhares de pessoas, que além de possuírem uma opção de transporte realmente barata, também são incentivadas a deixar o sedentarismo de lado.

A ideia do projeto nasceu em Paris nos idos de 2007, durante um passeio de Ângelo Leite, presidente da Serttel, com amigos. Juntos começaram a observar o sistema de aluguel de bicicletas de lá e decidiram implantar algo similar no Brasil. O primeiro passo foi participarem de uma licitação da Prefeitura do Rio de Janeiro para implantação de um sistema de bicicleta pública. Então nasce o projeto na cidade, o “Pedala Rio”. Na época, a empresa não teve patrocínio e o orçamento restrito dificultou a implantação do sistema. Os casos de vandalismo e furto foram outro complicador.
No auge do desânimo, eis que surge uma luz no fim do túnel. A Serttel, o Banco Itaú, o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, e o apresentador Luciano Huck se uniram e o projeto foi reformulado, surgindo o famoso Bike, que já conta com meio milhão de cadastrados. Ângelo Leite, em entrevista à revista Inovação em Pauta, explicou o porquê de o novo projeto ter dado tão certo. “Com dinheiro e recursos, a qualidade do sistema e da operação de logística ficou muito melhor. Fizemos uma nova bicicleta, com novo design, câmbio e peças, e tornamos o travamento na estação mais inteligente e resistente, praticamente zerando o problema de roubo”.
Para superar o desafio da alimentação elétrica, uma solução sustentável: energia solar. Além disso, é uma tecnologia muito simples para o usuário, que só precisa usar o celular por alguns minutos para acessar o serviço, pois a comunicação é toda wireless. Hoje, 70% dos usuários usam o smartphone para tirar as bicicletas. 
O grande uso e a quase ausência de acidentes do Bike Rio chamaram atenção. O Bike já atende oito cidades - Petrolina, Porto Alegre, Porto Leve, Recife, Rio de Janeiro, Santos, São Paulo e Sorocaba.
A Serttel ganhou o 1º lugar do Prêmio Finep em 2009, sendo esse o quinto projeto apoiado pela financiadora para a empresa. Ângelo Leite considera que “a Finep deu à Serttel a capacidade de fazer coisas inovadoras e aumentar a competitividade”.
Saiba como utilizar o Bike e confira aqui a reportagem completa na Revista da Finep.

Artigo RBDR: A importância de Leo Waibel para a geografia brasileira e o início das relações científicas entre o Brasil e a Alemanha no campo da geografia

por: Gerd Kohlhepp


Resumo


O tema deste artigo é a relevância do geógrafo alemão Leo Waibel para a geografia brasileira. Nascido em fins do século XIX, Waibel teve uma trajetória acadêmica singular. Doutorou-se, sob a orientação de Alfred Hettner, na prestigiosa Universidade de Heidelberg. Obteve sua livre-docência na Universidade de Köln. E suas atividades profissionais, ele as iniciou, como docente – e diretor do Instituto de Geografia – em 1926 na Universidade de Kiel e desde 1929 na Universidade de Bonn. Embora a geografia física recebesse suas primeiras atenções, a contribuição que daria para a geografia humana, especialmente, para a geografia econômica, acabaria ganhando grande evidência. E o que aqui é de importância: o seu objeto privilegiado de estudos viria a ser a geografia dos trópicos. Em face da realidade política vivida pela Alemanha na época, Leo Waibel (como também aconteceria com inúmeros outros pesquisadores daquele país) foi demitido em julho de 1937 e proibido de exercer quaisquer funções em universidades alemãs. Por isso, em 1939 transferiu-se para os Estados Unidos. Mas, em 1946 mudaria para o Brasil, onde permaneceria até 1950. É a passagem de Waibel pelo país nesse período que será examinada nas páginas do presente artigo, destacando-se sua contribuição para o início das relações científicas entre o Brasil e a Alemanha no campo da geografia.

PARA ARTIGO COMPLETO: CLIQUE AQUI

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

FURB sedia Mostra Encontro com o Cinema Alemão


A Universidade Regional de Blumenau (FURB) sedia em fevereiro a Mostra Encontro com o Cinema Alemão. Parceria entre o SESC, Goethe-Institut e Divisão de Cultura da Universidade, a mostra vai apresentar 10 filmes (veja abaixo a lista completa). O evento ocorre de 20 a 27 de fevereiro e é gratuito.
 
A programação é um desdobramento do ano da Alemanha no Brasil. Os filmes tratam de questões contemporâneas da sociedade ocidental e com dois temas de grande impacto na história do país: a Segunda Guerra Mundial e a vida na Alemanha Oriental com a unificação do país.
 
Em cartaz, obras cinematográficas, como o clássico “Adeus Lenin!” (2003), de Wolfgang Becker, uma valiosa contribuição para o cinema quando se trata da temática acerca da queda do muro de Berlim, ocorrida em 9 de novembro de 1989.
 
Fique atento às datas e horários dos filmes!
 
O local da apresentação será sempre o mesmo:
Auditório Prof. Milton Pompeu da Costa Ribeiro (Sala J-102) - Câmpus 1
Rua Antônio da Veiga, 140 – Victor Konder – Blumenau.
 
Informações pelo telefone: (47) 3321 0937
 
 
CONFIRA A PROGRAMAÇÃO
Dia 20/02/2014 – Quinta-feira - 20h1997 – A Vida É Um Canteiro De Obras (Das Leben ist eine Baustelle)
Direção: Wolfgang Becker – Duração: 118´ - Classificação: 16 anos
 
Dia 21/02/2014 – Sexta-feira - 20h2001 - Berlin Is In Germany
Direção: Hannes Stöhr- Duração: 90´ - Classificação: 14 anos
 
Dia 22/02/2014 – Sábado – Primeira Sessão – 17h30min
1999 – Nenhum Lugar para Ir (Die Unberührbare)
Direção: Oskar Roehler - Duração: 100´ - Classificação: 14 anos
 
Dia 22/02/2014 – Sábado – Segunda Sessão – 19h30min
2003 – Adeus Lenin! (Good bye Lenin!)
Direção: Wolfgang Becker - Duração: 120´ - Classificação: 12 anos
 
Dia 23/02/2014 – Domingo - Primeira Sessão - 17h30min1999 - Sonnenallee
Direção: Leander Haußmann - Duração: 94´ - Classificação: 14 anos
 
Dia 23/02/2014 – Domingo - Segunda Sessão - 19h30min
2011 – 4 Dias em Maio (4 Tage im Mai)
Direção: Achim von Borries - Duração: 95´ - Classificação: 14 anos
  
Dia 24/02/2014 – Segunda-feira - 20h2007 - Yella
Direção: Christian Petzold - Duração: 88´ - Classificação: 14 anos
 
Dia 25/02/2014 – Terça-feira - 20h
2010 - Bem-Vindo à Alemanha (Almanya – Willkommen in Deutschland)
Direção: Yasemin Samdereli - Duração: 95´ - Classificação: 12 anos
 
Dia 26/02/2014 – Quarta-feira - 20h
2008 - Todos os Outros (Alle anderen)
Direção: Maren Ade - Duração: 119´ - Classificação: 14 anos
 
Dia 27/02/2014 – Quinta-feira - 20h
2012 - O que Permanece (Was bleibt)
Direção: Hans-Christian Schmid - Duração: 88´- Classificação: 12 anos

FONTE: SITE DA FURB

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Mitos da população mundial

Epidemias, guerras, caos político, hábitos culturais... muitos fatores orientam a demografia de um país. Porém, em todas as partes, uma das principais características do século XXI será o envelhecimento da população, que pode ser estimado pelo aumento da
Demografia, somente tolices foram pronunciadas em seu nome...
"A humanidade tem uma natalidade desenfreada." Não, pois há várias décadas as taxas de natalidade diminuem consideravelmente e em todos os lugares, em razão do que se convencionou chamar de "transição demográfica", período durante o qual a população apresenta diminuição da natalidade e da mortalidade, antes muito elevadas.
"Devemos temer uma verdadeira explosão demográfica." Podemos nos acalmar: a bomba não vai estourar. O maior fenômeno do século XXI não será o crescimento rápido da população, mas sim seu envelhecimento.
"Viveremos em um planeta esmagado pela superpopulação." Não novamente, pois a concentração humana em pequenos territórios, induzida pela urbanização, leva ao despovoamento de outras regiões.
"Os fluxos migratórios Sul-Norte vão nos submergir." É ignorar que as novas lógicas migratórias engendram mobilidades em todos os sentidos, entre as quais importantes migrações Sul-Sul.
Resumindo, "a população mundial" não existe: ela é um agregado sem significado, um somatório de realidades tão diferentes que usá-la significaria misturar alhos com bugalhos. Guiné e Portugal têm praticamente a mesma população (10,8 milhões de habitantes para o primeiro e 10,7 milhões para o segundo). Devemos deduzir daí que esses dois países ocupam uma posição similar na demografia mundial? Talvez não. Se os compararmos, todos os indicadores divergem: a taxa de crescimento natural da Guiné, por exemplo, é positiva (+ 3%), enquanto a de Portugal é negativa (- 0,1%).
Falar de indicadores demográficos da população mundial é apagar as dinâmicas particulares: aquelas de países com taxa de natalidade elevada e baixa expectativa de vida (como o Níger e o Mali) ou de países nos quais a taxa de natalidade é tão baixa que não compensa a taxa de mortalidade (como a Rússia e o Japão). No caso japonês, o aumento considerável da taxa de mortalidade nos anos 2000 não se deve a comportamentos de risco ou a uma deterioração do sistema sanitário, mas exclusivamente ao envelhecimento.
O mundo é composto de populações diversas, com indicadores diferentes e modos de povoamento variados, como é mostrado pelas extraordinárias variações de densidade (de 1.141 habitantes por quilômetro quadrado em Bangladesh a 5,9 no Gabão). Aqui também: considerar apenas as médias agregadas de um exemplo é condenar-se a não enxergar nada.
O século XX foi testemunha de uma evolução sem precedente: o povoamento da terra quadruplicou (de 1,6 bilhão em 1900 para 6,1 bilhões em 2000). Esse crescimento resulta da junção de quatro fenômenos. Desde o fim do século XVIII, certos países do hemisfério Norte começavam a apresentar uma queda da mortalidade (infantil, infantojuvenil e materna) que, no século XIX e depois no XX, espalhou-se nos países do Sul (na Índia, por exemplo, a partir dos anos 1920). As razões: avanços da medicina e da farmacêutica, difusão de comportamentos higiênicos e progresso técnico-agrícola que permitiu uma alimentação mais regular e variada. Em dois séculos, a porcentagem de recém-nascidos mortos antes de completar 1 ano de vida diminuiu 80% "em média" no mundo, mas ela foi dividida por cinquenta nos países mais desenvolvidos. A mortalidade de crianças e de adolescentes diminuiu de maneira ainda mais pronunciada, assim como a mortalidade materna, que trouxe como resultado uma mudança no equilíbrio entre os sexos: o sexo dito "fraco" se tornou demograficamente o mais forte - o que nunca tinha acontecido na história da humanidade.
Além disso, as pessoas idosas vivem mais tempo, em decorrência da melhora, desde os anos 1970, da medicina e das infraestruturas sanitárias. A mecanização de algumas atividades trouxe, entre outros benefícios, melhores condições de trabalho, contribuindo para aumentar a expectativa de vida, que quase dobrou em um século (de 37 anos em 1900 para 69 anos em 2010).
A baixa histórica da fecundidade provocou uma desaceleração demográfica clara: a taxa anual média de crescimento passou de uma máxima histórica de mais de 2% no final dos anos 1960 (muitos países se encontravam então em plena transição demográfica) para 1,2% em 2010. Em cinquenta anos, a população mundial aumentou 142%: de 2,5 bilhões em 1950 para 6,1 bilhões em 2000. Segundo a projeção média da ONU, a população deverá se elevar a 9,1 bilhões em 2050. Isso significa, no entanto, falar em excesso? Se esses 9,1 bilhões emigrassem para os Estados Unidos, deixando todo o resto da Terra deserto, a densidade dos Estados Unidos seria ainda inferior àquela da região de Île-de-France atualmente...
Envelhecimento inédito
O envelhecimento será o fenômeno inédito do século XXI. Ele poderá ser medido seja pelo aumento da proporção de pessoas idosas (5,2% em 1950, 7,6% em 2010 e 16,2% em 2050, segundo as previsões da ONU),1 seja pela evolução da idade mediana (24 anos em 1950, 29 anos em 2010 e cerca de 38 anos em 2050). 2
Por um lado, o aumento da expectativa de vida amplia o círculo da terceira idade. Por outro, a diminuição da fecundidade reduz o efetivo de jovens; seus efeitos são particularmente importantes nos países em fase de "inverno demográfico", nos quais a fecundidade está há várias décadas claramente abaixo do nível de renovação das gerações (cerca de 2,1 filhos por mulher em média). No caso desses países, somente uma promoção considerável da fecundidade (e não muito tardia, pois o número de mulheres em idade de procriar diminui sensivelmente) ou dos aportes migratórios de populações jovens e fecundas poderia permitir a manutenção do nível necessário para uma simples renovação das gerações.
Avalia-se o envelhecimento da população medindo a parte crescente das pessoas idosas em relação à população total. Mas é igualmente necessário medir o aumento do número absoluto de pessoas idosas de mais de 65 anos - o que chamamos de "gerontocrescimento": 130 milhões em 1950, 417 milhões em 2000, podendo atingir 1,486 bilhão em 2050. Essa distinção entre envelhecimento e "gerontocrescimento" permite capturar as evoluções mais contrastadas, de acordo com o país. Em certos casos, esses dois fenômenos não evoluem de maneira idêntica, sob o efeito, por exemplo, de um sistema migratório atrativo para populações jovens e repulsivo para as populações idosas.
A urbanização aparece como um fenômeno importante, posto que em 2008, segundo os números das Nações Unidas (discutidos por modalidades, mas não no geral), os habitantes das cidades ultrapassaram em número a população rural pela primeira vez.3 Este é o grande paradoxo do século XXI: nunca a população mundial foi tão numerosa e nunca foi tão concentrada em espaços tão reduzidos: o mundo se "metropoliza" inexoravelmente sob o efeito de uma espécie de motor em três tempos.
O primeiro tem a ver com a predominância do setor terciário nos espaços urbanos mais populosos, que atraem uma população ativa disponível em razão do crescimento da produtividade agrícola. O segundo vem do desejo dos lares de ter um amplo leque de possibilidades de emprego, em um contexto de diversidade crescente de atividades, de mobilidade profissional desejada ou imposta, ou de pobreza no mundo rural. Enfim, as metrópoles são os territórios mais adequados à implantação de um "espaço-mundo", facilitando muito as conexões. Além disso, elas dispõem de uma atratividade ligada a seu poder político, o qual depende de seu status institucional (capital regional, nacional, sede de instituições públicas internacionais), e às filiais estrangeiras de firmas transnacionais que se localizam principalmente nas grandes cidades.
A intensidade da concentração urbana difere muito entre diversos países: na Índia, 29% dos habitantes vivem em cidades, 33% no Congo, 73% na Alemanha e 79% nos Estados Unidos. Os fatores de explicação são muito variáveis. A alta taxa brasileira se explica principalmente pela herança da colonização, que fundou cidades encarregadas de assegurar o controle político e econômico do território e de centralizar a exclusividade dos intercâmbios com a metrópole portuguesa. A pequena taxa chinesa se deve em boa parte ao regime comunista, que durante muito tempo fixou seus trabalhadores rurais; nesse contexto, Pequim, com seus 12 milhões de habitantes, é uma capital pouco populosa em relação à importância demográfica do país. Em outros países, os conflitos desenraizaram as populações rurais, acentuando o peso demográfico de cidades como Bogotá, Amã, Calcutá ou Kinshasa.
Os países muito centralizados, como a França ou o Irã, dotaram-se de uma estrutura urbanamacrocéfala, na qual a capital política é dominante em todas as funções: econômica, financeira, universitária e cultural. Outros países, como a Espanha ou a Bolívia, tiveram uma urbanização bicéfala, dominada por duas cidades (Madri e Barcelona; La Paz e Santa Cruz); a Alemanha, por sua vez, está organizada em uma "rede urbana" mais equilibrada, que interliga diversas cidades hierarquizadas de maneira harmoniosa.
Uma paisagem demográfica inédita
Transições demográficas em curso nos diferentes países do Sul, "inverno demográfico" em certos países do Norte, envelhecimento da população, urbanização sem precedentes: eis o que desenha uma paisagem demográfica inédita. Soma-se a questão das circulações migratórias: 214 milhões de pessoas4 residem de modo permanente em um país diferente daquele em que nasceram - um número que não inclui nem refugiados nem deslocados.
Ao contrário do que diz o senso comum, as migrações são regulares e permanentes. E majoritariamente legais: hipermidiatizadas, as migrações clandestinas são estatisticamente ínfimas. A história e a geografia contribuíram para a construção de "pares migratórios" compostos de países. Eles podem se basear em uma proximidade geográfica - Burkina Faso e Costa do Marfim, Colômbia e Venezuela, México e Estados Unidos, Malásia e Cingapura, Itália e Suíça... - ou em uma história comum - Filipinas e Estados Unidos, Argélia e França, Índia e Reino Unido etc. -, enfim, relações herdadas da colonização e perenizadas, de jure ou de facto, depois da descolonização. Como no caso do movimento de urbanização, mesmo se fatores políticos (guerras, conflitos civis, regimes liberticidas) forçam a emigração, são os fatores econômicos que continuam sendo o motor principal.
No século XIX, a pobreza levou muitos espanhóis, suíços e italianos a emigrar para a América Latina. A demografia propriamente dita é um terceiro fator de migração: no século XIX, a França, em razão de uma diminuição muito precoce de sua fecundidade, tornou-se o único país europeu de imigração. No século XXI, a diminuição da população ativa em diferentes países desenvolvidos faz que se atraiam imigrantes sobretudo para cobrir um déficit de mão de obra em determinados setores profissionais.
Entretanto, a polarização entre países de emigração perdeu sua pertinência. As migrações são cada vez mais circulares: o Marrocos, por exemplo, é um país de emigração para a Europa e para a América do Norte; um país de trânsito para os migrantes da África subsaariana cujo destino final é a Europa; e um país de imigração para os migrantes da África subsaariana que acabaram finalizando - sem ter necessariamente planejado - seu percurso migratório.
Do mesmo modo, a Espanha é um país de emigração, sobretudo para as migrações empresariais para países do Norte ou da América Latina; um país de trânsito para os africanos que vão para a França; e um país de imigração do Marrocos, da Romênia ou da América andina. Para além da imagem cartográfica que poderia indicar um saldo migratório (que mascara a intensidade dos fluxos de imigração e de emigração) por país, evidencia-se hoje que a maior parte dos países assume os três papéis.
GLOSSÁRIO:
Idade mediana. Idade que divide as pessoas de um país (ou região) em dois grupos iguais.
Classes vazias. Gerações cujos efetivos são menos numerosos que aqueles das classes de idade precedentes e seguintes.
Despovoamento. Diminuição do número de habitantes em um território.
Despopulação. Déficit de nascimentos em relação às mortes. A despopulação não gera despovoamento se o saldo migratório compensá-la.
Expectativa de vida com boa saúde. Número de anos que um grupo de pessoas pode esperar viver, em média, sem uma deficiência importante.
Gerontocrescimento. Aumento do número de idosos em determinada população.
Inverno demográfico. Situação de um país cuja taxa de natalidade continua a diminuir no final da transição demográfica (ver definição),enquanto a taxa de mortalidade se estabiliza - isso acentua o envelhecimento das populações num ritmo mais ou menos rápido.
Migração empresarial. Migração internacional relacionada às decisões das empresas que fazem seus empregados migrar.
Migração econômica. Deslocamento internacional de pessoas que desejam trabalhar fora de seu espaço nacional, muitas vezes motivadas por uma desigualdade entre o país de origem e o de destino.
Migração familiar.Deslocamento de famílias ou de alguns de seus membros que vão se juntar a uma ou mais pessoas que migraram anteriormente.
Relação de dependência total. Número de jovens e de idosos relacionado à população adulta em idade de trabalhar. Os primeiros dependem dos últimos.
Relação de masculinidade média. Efetivos masculinos de uma população em relação a cem pessoas do sexo feminino.
Relação de masculinidade ao nascer. Efetivos de recém-nascidos do sexo masculino em relação aos recém-nascidos do sexo feminino.
Limiar de simples substituição das gerações. Índice de fecundidade necessário para que as mulheres de uma geração sejam substituídas por um número igual à geração seguinte, portanto, trinta anos depois.
Taxa de crescimento natural. Diferença entre o número de nascimentos e o de mortes, em relação à população do ano considerado.
Taxa de mortalidade. Número de mortes durante um espaço de tempo (em geral, um ano) em relação à população do período.
Taxa de mortalidade juvenil. Número de crianças mortas antes de atingir 5 anos em relação a mil nascidos vivos no mesmo período.
Taxa de mortalidade infantoadolescente. Número de pessoas de uma geração mortas entre 1 ano completo e a idade adulta, portanto, crianças e adolescentes (geralmente antes da idade de 20 anos), em relação ao número de nascimentos dessa geração.
Taxa de mortalidade materna. Número de mulheres que morrem em decorrência do parto ou de suas consequências por 100 mil nascidos vivos em determinado ano.
Transição demográfica. Período durante o qual uma população passa de um regime de mortalidade e fertilidade elevadas para um regime de baixa mortalidade e depois de baixa taxa de natalidade.
(Fonte: http://diplomatique.uol.com.br/) - veja aqui publicação original

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Pequenos Inconvenientes por Ivo Marcos Theis

O inconveniente de se estar ligado à rede é que qualquer pessoa minimamente habilidosa e suficientemente cara-de-pau, assim como qualquer ONG ou, sobretudo, empresa, pode entrar na vida privada alheia sem perguntar. É algo, assim, sutil, tipo pé-na-porta. E esse pequeno inconveniente acontece com frequência crescente com cada vez mais gente. Também pudera: segundo Wireless Mundi, 102,3 milhões de brasileiros já tinha conexão com a rede em 2013.

Quem é receptor das dezenas de bobagens que são diariamente enviadas, principalmente, por empresas inescrupulosas (deve ser algo meio genético...), vai adquirindo outra habilidade: a de identificar o que é relevante e o que não é, deletando o lixo que sufoca a caixa. Quando, porém, as mensagens são enviadas por conhecidos, não se pode distinguir logo o que é e o que não é relevante. E aí se perde um tempo precioso para evitar danos de outra natureza.

Outro dia entrou um e-mail na minha caixa indicando, no assunto, “Nota 1000”. Em respeito ao emissor, comecei a ler. Era lixo. Infelizmente, li do começo ao fim, na ilusão de extrair algum significado de seu conteúdo. Iniciava com uma pergunta: “Você sabe quantos países com governo socialista restam agora em toda a União Europeia?” Embora não me despertasse a mínima curiosidade, ocorreu-me que talvez tivesse perdido alguma revolução popular num daqueles inúmeros países afundados em crises em consequência das mais que desacreditadas políticas neoliberais. Apesar de isso ser altamente improvável – afinal, o capital convoca os governos a mobilizarem seus aparatos policiais para impedir que os povos vitimados por suas políticas reajam – arrisquei avançar meus olhos pelo monitor. E me deparei com a seguinte resposta: “Apenas 3 – Grécia, Portugal, Espanha”. Juro.

Não é que se ignorasse que quem desde 2012 governa a Grécia, em absoluta obediência às determinações que têm origem na União Europeia e no FMI, é Antónis Samarás, líder da ultraconservadora Nova Democracia. Não é que se ignorasse que quem desde 2011 governa Portugal, convicto executor das medidas mais antissociais prescritas pelas mesmas agências, é o socialdemocrata Pedro Passos Coelho. Não é que se ignorasse que quem desde 2011 governa a Espanha, sem objetar às políticas definidas pelas mesmas agências que afundam a Europa na sua mais grave crise desde o fim da Segunda Guerra Mundial, é Mariano Rajoy, do ultraconservador PP de José Maria Aznar. Nadinha disso se ignorava.

O que realmente choca, em casos como este, é a desfaçatez com que se recorre à mentira. Não há compromisso algum em argumentar a partir de fatos. Juntam-se três países governados por forças antipopulares e se as designa, sem mais, como “socialistas”. E como são “socialistas”, esses países devem pagar pelos pecados decorrentes dessa abjeta condição.

É desnecessário fazer maiores referências ao restante do conteúdo (sic) da mensagem. É mais do mesmo. É a extrema direita elogiando a filósofa Margareth Thatcher e chutando as leis que punem os ricos (sic). As vítimas, aliás, são os ricos prósperos que trabalham, enquanto os “responsáveis por tudo isso que está acontecendo no país” – no Brasil, esse país “socialista” em que se fazem coisas tão erradas como se tem feito nas “socialistas” Grécia, Portugal e Espanha – são “as pessoas que vivem do [programa] Fome Zero etc.”

Há quem leia asneiras como essas e acredita nelas. E se convence de que o mundo é assim como lhe aparece no monitor. E aí já não é mais apenas um pequeno inconveniente, como o de ter sua privacidade invadida, tipo pé-na-porta. É bem mais!
Conheça o Blog do Npdr [Núcleo de Pesquisas em Desenvolvimento Regional].

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Revista Brasileira de Desenvolvimento Regional - Conheça os artigos do No. 2

Boa tarde,
 Em poucas horas deverá ser possível acessar o Número Dois da RBDR (primavera/2013). A seguir estão listados os artigos e resenhas que o integram. 







Para direto a revista basta clicar aqui





Artigos

-(Sub)desenvolvimento, (des)igualdade e o papel do Estado
Margot Riemann Costa e Silva
-A importância de Leo Waibel para a geografia brasileira e o início das relações científicas entre o Brasil e a Alemanha no campo da geografia
Gerd Kohlhepp
-Institucionalidad regional en la Argentina reciente: el dilema de la política pública de desarrollo regional
Martín Seval; José Ignacio Vigil; Víctor Ramiro Fernández
-A política de desenvolvimento territorial rural no Brasil e a banalização do conceito de território
Agripino Souza Coelho Neto
-Predominancia del discurso de distribución de competencias en la legislación orgánica de ordenamiento territorial de Colombia: una aproximación al enfoque administrativo imperante
María Luisa Monroy Merchán
-Estratégias comunicativas para efetividade e sustentabilidade
Joel Souto-Maior
-Emprego formal na Bahia na primeira década do século XXI: caminhou-se na direção do trabalho decente?
Laumar Neves Souza
-Tecnologia social e desenvolvimento local: reflexões a partir da análise do Programa Um Milhão de Cisternas
Rafael de Brito Dias
-Emancipação municipal e desenvolvimento local: o caso de Itapiranga
Paulo Ricardo Bavaresco; Douglaa Orestes Franzen; Tiones Edial Franzen
-A (re)construção do espaço urbano de Aparecida de Goiânia
Deusa Maria Rodrigues Boaventura; Lorena Sulino Assunção

Resenhas

-Desenvolvimentos no estudo do urbano e do regional em países de língua portuguesa
José Alberto Rio Fernandes
-Uma viagem pelo tempo e pelo espaço capixaba
Beatriz Tamaso Mioto

A ocasião é propícia, também, para informar que se aceitam submissões para o Número Um do segundo volume da RBDR, a ser publicado no próximo outono, até 31 de março de 2014. As normas podem ser acessadas em Sobre / Submissões / Diretrizes para Autores no sítio www.furb.br/rbdr.

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Desenvolvimento Regional se destaca no encerramento do Proesde

QUARTA-FEIRA, 18 DE DEZEMBRO DE 2013


Edição e redação: jornalista Michel Imme Sabbagh.

Desenvolvimento Regional se destaca no encerramento do Proesde

Encerrada a segunda turma do Proesde FURB (Programa de Educação Superior para o Desenvolvimento Regional), um dos quatro pilares do projeto de extensão "Observatório do Desenvolvimento Regional".

Os trabalhos finais foram apresentados em bancas, no último final de semana, formadas por mestrandos e doutorandos em Desenvolvimento Regional, professores da FURB e representantes das Secretarias de Desenvolvimento Regional (SDRs).

Foram escolhidos quatro trabalhos e apresentados, ontem, no evento estadual de encerramento do PROESDE 2013, na Unisul, em Palhoça.

No próximo ano este evento ocorrerá em Blumenau, uma vez que a FURB abriga o PPGDR (Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Regional - nota 5 da CAPES MEC) e uma experiência emblemática de formação, considerada uma das que mais se destacam no estado de Santa Catarina.

Em Palhoça foram apresentados os seguintes trabalhos:

- Reaproveitamento de Resíduos Sólidos Têxteis com o Cooperativismo 
Acadêmico: Lucas Stolf. 
Orientadora: Jackeline Gomes.

- O Roteiro das Cervejarias Artesanais de Blumenau e Região como Estratégia para o Fortalecimento do Turismo Local.
Acadêmicos: Albino Marcos de Andrade Júnior, Desirée Hoppe e Hermano Roepke.
Orientador: Valdinho Pellin.

- Arte Urbana e Identidade: Uma reflexão sobre Grafite vs. Pichações em Blumenau.
Acadêmicos: Alysson Almeida, Julieta Silva, Paulo de Mello, Mariana Encina e Vanessa Bólla. 
Orientadora: Jackeline G. Oliveira.

- Conselho Tutelar em Debate Regional.
Acadêmicos: Neusa do Carmo, Rozzy de Carvalho, Tarline Aguiar e Thiago Burkhart.
Orientador: Roberto Saut

A palestra de encerramento, em Palhoça, foi proferida pelo professor da FURB Ivo Marcos Theis (foto acima), destacado pesquisador na área de Desenvolvimento Regional e Coordenador Adjunto da Área de Planejamento Urbano e Regional/Demografia, que congrega os programas atuantes nesta temática junto à CAPES MEC. 

Acompanharam Theis, o professor Oklinger Mantovaneli Júnior (coordenador do PPGDR e do Observatório de Desenvolvimento Regional), estudantes premiados e os coordenadores do PROESDE.

Segundo Oklinger, é importante destacar o papel estratégico da Divisão de Extensão e do Escritório de Projetos da FURB no apoio ao PROESDE FURB e o dedicado trabalho de sua coordenação, pelos professores/doutorandos em Desenvolvimento Regional,   professores Luciano Marcelo França e Leonardo Furtado. 



Fotos de atividades na FURB -  (CLIQUE SOBRE AS IMAGENS).

Abaixo, por ordem, imagens da primeira uma reunião de trabalho com os representantes das SDRs; reunião de trabalho entre os professores, coordenação e Divisão de Extensão; e saídas de campo em atividade tutorial no projeto de Patrimonialização do Queijo Kochkaese, com a professora Marilda Checcucci (última  foto).



quarta-feira, 11 de dezembro de 2013